Tamanho do texto

Coordenador da operação que apreendeu habilitação do jogador diz que sinais de ingestão de bebida foram olhos vermelhos e hálito

Os olhos vermelhos e o hálito entregaram Adriano. Foi o que explicou o major da PM Marco Andrade, coordenador da operação Lei Seca que apreendeu a carteira de habilitação do jogador do Roma na madrugada. O atleta optou por não fazer o teste e teve o documento apreendido. Cinco dias úteis após o pagamento da multa de R$ 957,70, Adriano terá sua carteira devolvida, mas ainda sofrerá processo no Detran que pode suspender seu direito de dirigir por um ano.

O jogador estava dirigindo na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, quando foi abordado. Um amigo de Adriano foi chamado para conduzir o veículo, que não foi apreendido.

"A carteira foi recolhida e enviada ao Detran, nosso procedimento termina aí", explicou Andrade. "Ele não estava trocando as pernas, mas chegou com os olhos vermelhos e hálito de quem havia ingerido álcool. A lei é bastante rigorosa e por isso a operação é chamada de Lei Seca. Não é mais a questão de estar embriagado ou não. Se fizer uso de álcool e dirigir, você está sujeito a sanções administrativas", acrescentou.

O empresário de Adriano, Gilmar Rinaldi, não atendeu as mais de cinco ligações feitas pela reportagem do iG. Na secretária eletrônica de seu celular, avisa que não atenderá o telefone até a próxima sexta-feira, dia 11 de fevereiro.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.