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Último encontro entre os maiores rivais da Espanha, no dia 10 de abril, teve vitória catalã no Santiago Bernabéu

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Um time com mudanças significativas, especialmente no banco de reservas, é a esperança dos torcedores do Real Madrid para acabar com o incômodo jejum de quatro partidas sem ganhar do Barcelona, nesta segunda-feira, pelo Campeonato Espanhol. O mais recente duelo entre os arquirrivais espanhois foi especialmente doloroso para os madridistas, que viram seu time perder em casa, por 2 a 0, para um adversário que caminhou para o bicampeonato espanhol algumas rodadas depois e pouco mudou de lá para cá.

Aquele Real de 10 de abril, então dirigido pelo chileno Manuel Pellegrini, contou com jogadores que partiram para outros times, como o atacante e ídolo Raúl, o meio-campista Gúti, o atacante Van der Vaart e o lateral-esquerdo Drenthe. O zagueiro Garay e o volante Gago ainda figuram no elenco merengue, mas não vêm sendo utilizados na equipe atual, agora sob responsabilidade do português José Mourinho e com reforços como o zagueiro Ricardo Carvalho, o volante Khedira e os meias Ozil e Di María.

A mudança no comando à beira do campo vem surtindo resultado no Madrid, que depois de um ano sem títulos com Pellegrini está invicto na gestão do astro Mourinho desde o início da temporada 2010/2011: foram 19 jogos oficiais, sendo 12 pelo Espanhol, cinco pela Liga dos Campeões da Europa (na qual o clube está assegurado nas oitavas de finais) e dois pela Copa do Rei (à espera das oitavas também).

Já o Barcelona não só manteve o técnico Josep Guardiola como segurou a base do time que foi bicampeão espanhol e conquistou os títulos europeu e mundial em 2008/2009. Em termos de alterações significativas, deixaram o clube o zagueiro Rafael Márquez e o atacante Henry, mas ao mesmo chegaram nomes como o lateral-esquerdo Adriano e o atacante David Villa. O resultado é uma campanha que só fica atrás do Real Madrid no Espanhol, exatamente um ponto (32 a 31), com uma derrota em 12 rodadas.

Se desta vez o time da capital espanhola chega para o clássico com um desempenho ligeiramente melhor em termos de aproveitamento, às vésperas do dérbi pela 31ª rodada do torneio 2009/2010 a situação era de total equilíbrio, com 77 pontos conquistados para ambos os lados. E tanto naquela ocasião quanto nessa o Real não pode contar com o brasileiro Kaká, em tratamento de lesão. Mas continua tendo um atacante de peso para desafiar o barcelonista Lionel Messi no duelo das estrelas: o português Cristiano Ronaldo, dois gols à frente do argentino na corrida pela artilharia da competição (15 a 13).