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Luxemburgo: "O jogo contra o Santos acendeu o Ronaldinho"

Craque teve participação com gols ou assistências nos últimos oito jogos em que defendeu o Flamengo

Thales Soares, iG Rio de Janeiro |

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Ronaldinho treina no Ninho do Urubu
Com 10 gols no Campeonato Brasileiro, Ronaldinho Gaúcho é o vice-artilheiro, dois atrás de Borges, do Santos. Na Copa Sul-Americana, ele marcou os dois gols no confronto com o Atlético-PR, classificando o Flamengo pela primeira vez para a fase internacional da competição. O momento do craque é especial, tanto que foi convocado para o amistoso da seleção brasileira contra Gana, dia 5 de setembro, em Londres.

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Nos últimos oito jogos em que esteve em campo, Ronaldinho decidiu o jogo marcando gols ou dando assistências. Com isso, deixou o Flamengo na vice-liderança do Brasileiro, com 35 pontos, dois atrás do Corinthians e um à frente do Vasco, adversário deste domingo, às 16h, no Engenhão, pela 19a rodada da competição.

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“Acho que o jogo contra o Santos (5 a 4, na Vila Belmiro), pelo peso e brilhantismo, acendeu o Ronaldinho. Do outro lado, havia um jovem talentoso, uma disputa de genialidade, e isso fez com que ele colocasse tudo para fora, chamasse a responsabilidade. Ali, viram o Ronaldo ser Ronaldo. Mas antes já vinha sendo a diferença para a gente”, afirmou o técnico Vanderlei Luxemburgo.

A volta para o Brasil depois de anos na Europa ajudou Ronaldinho a recuperar a alegria de jogar futebol. Com comemorações originais, sorriso no rosto e gols, ele assumiu imediatamente o status de ídolo maior do Flamengo. Essa condição o fez reencontrar o prazer em ter a bola nos pés.

“Quando um jogador como o Ronaldo, o Romário é tratado como ídolo, sem ter que dividir isso com ninguém, mexe com ele. Há uma necessidade de massagem no ego. Aqui, viu que poderia ser novamente um ídolo e eles sentem prazer nisso. Por si só, já se motivam. Pode dar uma cutucada ou outra nele, mas não precisa”, comentou Luxemburgo.

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Escalado como atacante desde o início desta temporada, Ronaldinho vem correspondendo. Ele é o artilheiro do time no ano, com 17 gols. Luxemburgo o considera hoje um jogador diferente daquele que um dia foi o melhor do mundo duas vezes, vestindo a camisa do Barcelona.

“Ele não pode mais ter uma dinâmica. Tem que usar menos espaço para correr para usar melhor o seu potencial”, explicou Luxemburgo. “Contra o Atlético-PR, foi assim. Eu o coloquei no lugar do Jael, caindo nas costas do lateral”, emendou o treinador, que parou a explicação para não revelar seus segredos para o técnico Ricardo Gomes, do Vasco, seu adversário no domingo.

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