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Luxemburgo compara Felipe a Marcos. No ímpeto das palavras

Técnico do Flamengo também elogia goleiro pelo espírito de liderança no grupo e pela dedicação ao time

Thales Soares, iG Rio de Janeiro |

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Felipe treina forte para enfrentar o Corinthians
Único jogador do Flamengo a participar dos 29 jogos nesta temporada, o goleiro Felipe ganha o respeito da torcida e dos companheiros a cada dia no clube, inclusive do técnico Vanderlei Luxemburgo. Mesmo assim, levou um puxão de orelhas do comandante, que o comparou ao goleiro Marcos, do Palmeiras. Pelo menos, no ímpeto com as palavras.

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Depois do empate em 2 a 2 com o Ceará, que tirou o time da Copa do Brasil, disse que o árbitro Sandro Meira Ricci poderia pegar a camisa do Ceará no vestiário. Ele foi a julgamento por isso e absolvido, mas terá de enfrentar o recurso da procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

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“O problema do Felipe é que fala demais, igual ao Marcos. No Palmeiras, ele saía de santo e os companheiros de Judas. O Felipe é assim, desliza na entrevista. Mas é uma liderança muito boa que está surgindo no grupo”, afirmou Luxemburgo, que avalizou a sua contratação no começo do ano, apesar da resistência de alguns dirigentes.

Apesar do problema, o técnico do Flamengo faz questão de elogiar o goleiro. Ele lembrou um episódio na decisão da Taça Rio contra o Vasco, em que Felipe deu uma demonstração clara de ser um jogador preparado para ser campeão. Depois de um choque com um adversário no primeiro tempo, sentiu muitas dores no ombro e quase deixou o campo no intervalo.

“Foi uma cena interessante. É o jogador que sabe ganhar. Ele não voltaria para o jogo, tomou injeção, chorou e disse que não sairia. Estava com o Paulo Victor (goleiro reserva) pronto. Essa é a diferença dos jogadores campeões. Tem de ralar, jogar com clavícula fora do lugar, como fez o Beckenbauer (na semifinal da Copa do Mundo de 1970, entre Alemanha e Itália)”, disse Luxemburgo.

Neste domingo, às 16h, no Engenhão, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, Felipe estará em campo num jogo diferente. Na despedida de Petkovic, ele vai enfrentar pela primeira vez o Corinthians, depois de deixar o clube brigado com o presidente Andrés Sanchez, em 2010.

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