Ídolo da equipe, atacante conquistou vários títulos na Espanha, como o bi da Copa da Uefa

O atacante Luís Fabiano , que deixou o Sevilla e no final de março e voltará ao Brasil para jogar pelo São Paulo , disse nesta segunda-feira que a equipe espanhola "sempre" estará em seu coração, após seis anos "inesquecíveis". O brasileiro, que se despediu com lágrimas, quis "agradecer" todo o carinho da torcida e pediu "perdão" se incomodou alguém ou falhou "de alguma maneira". Além disso, em espanhol, ele também usou o twitter para se comunicar com os torcedores do Sevilla.

"Foram seis anos de muitas coisas e muitos títulos com grande alegria, em uma cidade maravilhosa, com uma torcida que me acolheu de forma impressionante. Espero que o Sevilla siga seu caminho e estarei no Brasil como torcedor", disse o "Fabuloso".

O brasileiro confessou que no início da temporada já pensava que seu ciclo "estava acabando". Nesta época, ele chegou a ser especulado no Corinthians, mas a proposta do time paulista foi suficiente. "Nunca esquecerei os seis anos que passei na cidade", afirmou Luís Fabiano.

Luis Fabiano chorou ao se despedir do Sevilla
EFE
Luis Fabiano chorou ao se despedir do Sevilla

O atacante disse que não ficou "nenhuma mágoa", já que foi "feliz no Sevilla" O presidente do clube, José María Del Nido, declarou que "um dos melhores atacantes do mundo e da história do Sevilla" deixou a equipe. Acrescentou ainda que os torcedores serão "eternamente agradecidos" ao brasileiro por "tantas glórias e por ter defendido a camisa do Sevilla".

Via twitter, Luís Fabiano chegou a se expressar em espanhol para se despedir dos torcedores do Sevilla: "Foram seis anos de muitas alegrias e títulos. Minha história no Sevilla acaba aqui, mas o clube estará para sempre no meu coração", escreveu, para depois divulgar um vídeo com suas jogadas pelo Sevilla. Antes, em português, ele comemorou a vitória do São Paulo contra o Santo André, neste domingo, por 3 a 0. O nome do atacante chegou a ser cantado pela torcida durante a partida.

* Com EFE

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