Presidente do Santos afirmou que quer chegar no Mundial novamente e ainda demonstrou o desejo de uma revanche contra o Barcelona

Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro quer o tri mundial em 2012
Gazeta Press
Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro quer o tri mundial em 2012
Vencedor da Libertadores da América do ano passado, o Santos viu o sonho de conquistar o terceiro título mundial de sua história ruir diante de um inspirado Barcelona (Espanha), na final do Mundial de Clubes da Fifa, em Yokohama (Japão). Com a derrota por 4 a 0 para os catalães ainda na cabeça , o presidente santista, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, projeta até mesmo uma revanche contra o Barça em 2012, ano do centenário do clube.

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"Queremos ganhar todos os títulos que forem possíveis neste ano, para chegarmos ao Mundial novamente. Se conseguirmos esse objetivo, nós vamos entrar com tudo para ganhar, seja contra o Barcelona ou quem vier pela frente. Para sermos tricampeões a final pode ser até com o Radium de Mococa", disse Luis Álvaro, durante evento que marcou o lançamento do relógio em homenagem ao time, na orla da praia de Santos, nesta sexta-feira.

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Na sequência, o mandatário alvinegro reconheceu que o revés para o Barça ainda não foi "engolido" definitivamente pelo Santos. "Não posso esconder que ser campeão em cima do Barcelona seria perfeito. Eles ainda estão atravessados na nossa garganta", afirmou.

Só que para reconstruir o caminho em direção ao Mundial da Fifa, o Peixe precisa, além de obviamente vencer novamente a Libertadores, ganhar mais experiência atuando contra times estrangeiros.

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A ideia de realizar excursões pela Europa é defendida por Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro desde o revés para os catalães. O presidente santista acredita que amistosos internacionais seriam benéficos para as equipes brasileiras.

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"Temos que nos preparar para isso. Afinal, nós tivemos uma surpresa no ano passado porque sofremos pela ausência de partidas com grandes clubes europeus. Estamos iniciando uma campanha para que os times brasileiros possam disputar de três a quatro amistosos ao longo do ano no Velho Continente. Desta forma, os nossos ídolos podem oxigenar conhecimentos, aprendendo a jogar contra as mais diversas escolas do futebol mundial", concluiu.

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