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Lucas e Carpegiani confiam em absolvição no julgamento no STJD

Meia será julgado por conta de expulsão contra o Santa Cruz e, se condenado, pode pegar até 12 jogos

Levi Guimarães, iG São Paulo |

Suspenso na última partida do São Paulo pela Copa do Brasil, a vitória por 1 a 0 sobre o Goiás, o meia Lucas vive a expectativa de retornar ao time pela competição nacional na próxima semana. Mas, para isso, ele precisa ser absolvido no julgamento sobre sua expulsão diante do Santa Cruz, marcado para a próxima terça-feira no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). 

Futura Press
Lucas recebeu forte marcação de Éverton, do Santa Cruz, e acabou expulso
Lucas foi expulso diante do time pernambucano depois de sofrer marcação individual do zagueiro Everton Sena durante os dois jogos do confronto pela segunda fase da Copa do Brasil. No entanto, apesar do cartão vermelho ter saído por conta de uma suposta cotovelada no adversário, o jogador e o técnico são-paulino Paulo César Carpegiani confiam totalmente na absolvição. 

“Na hora que eu vi a notícia de que poderia pegar até 12 jogos [de suspensão] fiquei assustado, apesar de todo mundo ter visto pelas imagens que eu não fiz nada. Depois fiquei aliviado de saber que o árbitro também vai ser julgado, porque ele vai ter que se explicar. Eu perguntei três vezes o que tinha feito pra ser expulso e ele não sabia o que dizer”, disse Lucas. 

O jovem são-paulino cogita até se defender pessoalmente no julgamento. “Se tiver que ir, eu vou com o maior prazer, de cabeça erguida. Todos sabem que eu não sou um jogador violento. Na maioria das vezes sou eu que apanho. Ele disse que eu dei uma cotovelada e eu não dei, por isso fiquei revoltado." 

Carpegiani também considera a absolvição de Lucas apenas uma questão de bom senso, principalmente pelo fato de o árbitro responsável pelo cartão vermelho, Gutemberg de Paula Fonseca, também ter um julgamento previsto por conta de informações confusas na súmula da partida relatando o ocorrido.

“Gosto de ver as coisas simples e honestas. E o simples fato de as pessoas que comandam já terem a preocupação de ter o julgamento do árbitro me deixa muito tranquilo. Ali foi muito claro. O menino estava caído no chão, não existiu cotovelada em momento nenhum”, afirmou o treinador.

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