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Longe dos holofotes, River e Boca se preparam para clássico

Grandes rivais estão apenas no meio da tabela do Argentino e precisam da vitória para deixar crise técnica que atravessam

EFE |

River Plate e Boca Juniors, as duas equipes mais vencedoras e mais populares da Argentina, se preparam para enfrentar dentro de sete dias um clássico cercado como sempre de muita expectativa, mas com os times apenas no meio da tabela e precisando da vitória para deixar a crise técnica que atravessam.

Um, o River, acaba de demitir o técnico Ángel Cappa, e seus dirigentes têm pressa na contratação de um substituto que possa comandar o time já na próxima terça-feira, no estádio Monumental de Nuñez. O outro, o Boca, chegará ao esperado confronto com a continuidade do técnico Claudio Borghi dependente do resultado da partida.

Cappa obteve 50% dos pontos que disputou e foi despedido nesta segunda-feira pelo presidente Daniel Passarella após uma sequência de sete partidas sem vitória. No entanto, para os torcedores do clube, mais que uma série sem triunfos, a grande preocupação é a baixa média de pontos das últimas temporadas, o que traz o risco de rebaixamento.

Passarella, que já despediu dois treinadores em sua curta gestão presidencial, procura agora não apenas o técnico que afronte o clássico contra o Boca, mas também o restante de uma temporada cujo final pode ser muito triste caso os resultados não melhorem. A situação esportiva do rival é tão complexa como a de River, mas tem matizes que a tornam muito menos dramática.

Tranquilo economicamente e sem preocupação com relação à conquista pontos, o Boca, que entre 1998 e 2008 ganhou 18 títulos nacionais e internacionais, navega sem rumo pela metade da tabela. Os mais otimistas consideram que o clube vive a lógica transição após uma década gloriosa, enquanto os mais pessimistas se queixam que em 2011, pelo segundo ano consecutivo, o Boca não poderá tentar a conquista de sua sétima Copa Libertadores.

Como não ocorria desde 2005, os dirigentes renovaram o elenco em meados deste ano, gastaram US$ 12 milhões em reforços, garantiram a continuidade dos ídolos Juan Román Riquelme e Martín Palermo, e fecharam com o técnico Borghi, campeão do Clausura pelo Argentinos Juniors.

Disputadas 13 rodadas, o time não deu liga. O Boca perdeu seis partidas, quatro deles em La Bombonera, joga mal e parece encaminhado a completar seu quarto torneio seguido a ser esquecido.

"Borghi permanecerá pelo menos até o fim do ano. Então, analisaremos tudo, mas agora o técnico não quer sair e nós também não queremos que ele saia", afirmou nesta terça-feira o vice-presidente do Boca, José Beraldi.

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