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Futebol
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Loco Abreu minimiza idolatria, fala de sonho de ser treinador e mostra conhecer a história do Botafogo

Atacante disse que pode até comandar o Botafogo no futuro e destacou a responsabilidade de vestiar a camisa que já foi usada por jogadores como Garrincha e Nilton Santos

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

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Contratado no início do ano, Loco Abreu se tornou ídolo da torcida do Botafogo rapidamente. Apesar da popularidade com os fãs, o jogador não costuma conceder muitas entrevistas. Rotina quebrada na manhã desta segunda-feira, após o treinamento da equipe em General Severiano. O jogador falou sobre muitos assuntos e revelou como acredita que será visto no clube no futuro, cogitando a possibilidade de virar treinador ao encerrar a carreira, comandando até mesmo o próprio Botafogo.

"Pode ser que eu esteja aqui em General Severiano como treinador. É um sonho, mas um sonho para o qual eu tenho que me preparar. Mas o importante é o dia de hoje, estar preparado para os desafios", disse o jogador, que também falou sobre a idolatria da torcida. "Eu não falo de mim mesmo. O que mais importa para mim é que o time ganhe, que o time brigue. O mais legal é ver um quadro de campeão anos depois. Esse é o mais gostoso do futebol. Depois, se puder ficar na memória do torcedor melhor, mas prefiro os títulos", completou.

Loco Abreu também demonstrou que conhece bem a história do Botafogo e dos seus maiores ídolos. "Gosto muito de futebol, então sabia do Garrincha, do Nilton Santos, sabia do Manga, que jogou muito tempo no Nacional (clube que o atacante torce). Tem o Túlio, que fez muitos gols nos anos 90. Sabia bem a camisa que estava escolhendo. Em um time grande a responsabilidade é muito grande. Estou preparado para esse tipo de desafio. Continuamos com trabalho, respeito e acreditando muito no que podemos fazer", revelou o jogador.

Segundo o atacante, a oportunidade de escolher o clube carioca ajudou na manutenção de novos desafios, necessários, segundo ele, para um jogador de futebol manter a competitividade. "Se não acreditasse no Botafogo, não estaria aqui. Pensei em brigar para ser campeão e por uma vaga na Libertadores. Tenho a oportunidade de escolher onde posso jogar, felizmente. Aqui, tenho esse sonho. Sem ele, você perde a gana do jogador. Fiz uma pesquisa e vi que era o clube certo, graças a Deus optei bem".

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