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Leoz garante que Mundial do Brasil será melhor de todos os tempos

Presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol disse que há no Brasil "uma mobilização admirável"

AFP |

Nicolás Leoz, presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (CSF), garantiu nesta quarta-feira que o Mundial do Brasil-2014 será o melhor de todos os tempos."O mundial Brasil 2014 é uma ideia que nasceu no seio da Confederação Sul-Americana e (foi) ratificada pela FIFA. A Conmebol apoia e está convencida de que será o melhor Mundial de todos os tempos", expressou Leoz em declarações ao jornal ABC.

Ele explicou que, quando existe empenho e responsabilidade, "é muito gratificante observar o quanto evoluímos na América do Sul"."A Copa do Mundo voltará ao nosso continente tendo como anfitrião um país que contribuiu amplamente ao desenvolvimento do futebol em todos os aspectos", afirmou, referindo-se ao Brasil, potência que "se consolida em todos os âmbitos".Leoz comentou que os brasileiros já estão trabalhando.

"Existe uma mobilização admirável e estou certo de que organizarão o melhor Mundial de todos os tempos", reiterou.Apesar de nenhuma equipe sul-americana ter chegado à final na África do Sul, Leoz citou o Uruguai, que chegou às semifinais.Sobre Brasil e Argentina, que alcançaram as quartas, disse que ambos "nem sempre vão vestir o uniforme de campeões".

Ao se referir ao Paraguai, afirmou que "comoveu a todos", apesar de sua eliminação pela Espanha nas quartas, e sobre o Chile disse que "se reencontrou com as vitórias e teve uma presença digna" na África do Sul.Sobre a organização do Mundial sul-africano, admitiu que o presidente da Fifa, Joseph Blatter, utilizou seu capital político, "mas demonstrou que todos merecem sua oportunidade. Aquilo foi um sucesso".

E sobre a eleição de Rússia e Qatar para os Mundiais de 2018 e 2022, sustentou que "prevaleceu na escolha o conceito de expansão, que tem o futebol como política de desenvolvimento. Eles nunca tiveram uma chance. E agora têm".A América do Sul havia decidido utilizar seus três votos a favor de Espanha e Portugal para 2018 e não teve decisão antecipada para definir seu voto sobre 2022.hro/ma

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