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Representante do jogador teria ameaçado cancelar a transferência caso não recebesse um valor superior ao acordado

APF
Contratado em agosto pelo PSG, Pastore deverá depor sobre sua transferência
O técnico brasileiro Leonardo e o argentino Javier Pastore foram convocados para depor pela Promotoria de Palermo, que há um mês investiga uma suposta extorsão na contratação do jogador, que jogava no Palermo e se transferiu ao Paris Saint-Germain.

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O comparecimento do atual diretor do PSG , que chegou à França depois de comandar a Inter de Milão , e do atacante do mesmo clube, estão agendados para a próxima semana, segundo a imprensa local.

O presidente do time italiano, Mauricio Zamparini, apresentou no dia 4 de setembro uma denúncia contra o representante do meio-campo, Marcelo Simonian, por uma suposta extorsão durante a negociação da contratação de Pastore pelo clube francês , avaliada em mais de 42 milhões de euros.

Zamparini alegou que Simonian, que possuía parte dos direitos de Pastore , o tenha forçado a pagar uma porcentagem mais alta que a estipulada inicialmente na operação de venda do jogador. Simonian teria ameaçado vetar a negociação se Zamparini não lhe desse o que estava pedindo.

Segundo a imprensa local, dos mais de 40 milhões de euros que o Paris Saint-Germain pagou por Pastore, "apenas" 22,8 milhões ficaram com o Palermo, enquanto Simonian teria recebido cerca de 20 milhões.

Estes 20 milhões de euros representam um número muito superior ao que o representante deveria receber por sua parte nos direitos de Pastore , que é de 25%, segundo a imprensa.