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Leonardo Moura é o dono da bola no Fla

Estatísticas mostram importância do jogador, que define relação com o clube em apenas uma palavra: amor

Thales Soares, iG Rio de Janeiro |

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Léo Moura comemora bom momento no Fla ciente de que já é referência para a torcida
Aos 32 anos, Leonardo Moura carrega com ele um pouco da história do Flamengo. Este ano, o lateral completa seis temporadas vestindo a camisa do clube, algo raro no futebol. Com 320 jogos disputados e 38 gols marcados, tem números impressionantes que estabelecem uma relação intensa. “É amor mesmo”, define.

No Flamengo, ele se tornou o dono da bola. Segundo dados do Footstats, Leonardo Moura, entre os jogadores dos grandes clubes do Rio, é o líder em assistências (cinco), posse de bola (média de 2min14s) e número de passes por jogo (53,3). Isso mostra a sua importância para o time, do qual era o capitão desde a prisão de Bruno até a estreia de Ronaldinho Gaúcho.

Com mais uma conquista no currículo, com a vitória na final da Taça Guanabara, ele chegou a nove no Flamengo. Mas Leonardo Moura ainda está em busca do sonho da Copa Libertadores, que espera disputar pela quarta vez com o clube em 2012, mas desta vez para chegar mais longe.

Seu contrato vai até o fim de 2012 e sua expectativa é de uma renovação para encerrar a carreira com a camisa do clube de coração. Afinal, provas não faltam de seu amor, registrado ainda menino numa foto ao lado do ídolo Zico, quando ainda era um pequeno torcedor.

iG: Como se sente próximo da 10a taça da sua carreira no Flamengo, já que o time está classificado para a decisão do Campeonato Carioca?
Leonardo Moura: Vai ser uma marca muito importante para mim, principalmente por ser no meu clube de coração.

iG: Qual deles foi o mais marcante?
Leonardo Moura: O primeiro, com certeza, foi o mais marcante. Vencer aquela Copa do Brasil de 2006 teve um grande impacto na época, numa decisão com o Vasco. Mas o Campeonato Brasileiro de 2009 também tem um lugar especial, pela importância da conquista, depois de muitos anos de jejum.

iG: Depois de tanto tempo no clube, como você definiria a relação entre Flamengo e Leonardo Moura?
Leonardo Moura: Eu só tenho uma palavra para definir, que é amor. Tenho o Flamengo no meu coração mesmo. Entro ali como se estivesse defendendo a minha família. É um prazer muito grande você poder fazer o que gosta e no lugar onde você se sente bem. Tenho muita vontade de querer fazer ainda mais.

iG: E o que falta na sua carreira?
Leonardo Moura: A Copa Libertadores. Mas ainda não acabou. Enquanto eu estiver defendendo o Flamengo, vou lutar por isso. Vamos conseguir chegar mais uma vez na competição que está faltando a gente conquistar. Vou em busca desse título.

iG: Suas filhas estão nesse mesmo patamar de relação com o Flamengo?
Leonardo Moura: Mesmo em São Paulo, a Duda acompanha, veste a camisa e assiste aos jogos. A Bella já está entendendo bem, gostando da bagunça dos jogos. Estão vendo que o Flamengo é isso.

iG: Próximo de Ronaldinho Gaúcho, como você analisa a relação entre ele e o Flamengo?
Leonardo Moura: Ele sabia o tamanho do Flamengo, mas não sabia a proporção que causaria na carreira a chegada dele ao clube e vice-versa. Agora, ele está começando a colher esses frutos.

iG: E como foi a passagem da braçadeira de capitão para ele, logo quando você poderia ter levantado a sua primeira taça?
Leonardo Moura: Não tenho esse tipo de vaidade. Nas outras conquistas eu não era o capitão, mas estava lá. O importante é que o meu nome vai estar no time campeão, sendo capitão ou não, é gratificante.

iG: Quais são seus planos para o futuro?
Leonardo Moura: Não penso em sair daqui. Quero terminar minha carreira no Flamengo. Meu contrato vai até o fim de 2012. Mais para frente, perto de outro contrato, fazer definir o que vai acontecer.

iG: O que você acha da possibilidade de Adriano voltar ao Flamengo?
Leonardo Moura: Se ele voltar, com certeza, vai ser recebido de braços abertos pelo grupo. Estamos aqui para dar carinho a ele. É um cara com o coração muito bom. Quando chegou aqui em 2009, estava precisando do grupo e foi acolhido com aquele sucesso.

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