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Contemporâneos no clube, eles são sobreviventes de uma geração supercampeã, comparada ao time de 1981

O lateral-direito Leonardo Moura e o zagueiro Ronaldo Angelim são sobreviventes de uma geração de jogadores do Flamengo supercampeã. Eles já acumulam nove títulos com a camisa do clube, incluindo conquistas de Taça Guanabara e Taça Rio. Agora, estão a um jogo de chegar aos 11, uma marca respeitável, comparável apenas aos feitos do time campeão do mundo em 1981.

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Neste domingo, às 16h, no Engenhão, eles podem dar mais uma volta olímpica, que valerá, na verdade, por duas, na decisão da Taça Rio, contra o Vasco. Se sair de campo vitorioso, o Flamengo também garante a conquista do Campeonato Carioca, por ter vencido também a Taça Guanabara .

Os dois são contemporâneos de Flamengo. Leonardo Moura chegou ao clube em meados de 2005, enquanto Ronaldo Angelim foi contratado no início de 2006. Eles conquistaram exatamente os mesmos títulos. A diferença é que o zagueiro não jogou a decisão da Copa do Brasil de 2006.

nullEm compensação, Angelim tem em seu currículo o gol do hexacampeonato brasileiro. Foi ele que garantiu a vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio, no Maracanã , na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2009, completando de cabeça uma cobrança de escanteio de Petkovic .

Leonardo Moura, no entanto, não poderá comemorar a conquista em campo. Depois de ficar fora do confronto com o Horizonte-CE, pela Copa do Brasil, foi vetado pelo departamento médico para a decisão , pois ainda sente dores no joelho direito no começo do Fla-Flu, pela semifinal da Taça Rio, e Rafael Galhardo será o seu substituto novamente. Já Ronaldo Angelim disputa um lugar no banco com Jean. Normalmente, o técnico Vanderlei Luxemburgo relaciona apenas um zagueiro para a reserva.