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Leão nega função de babá e oferece sorriso ou melancolia ao elenco

Brigando por uma vaga na Copa Libertadores, São Paulo encara o Vasco fora de casa no próximo domingo

Gazeta |

AE
Observado por Rivaldo, Emerson Leão comanda treino do São Paulo nesta sexta-feira
Emerson Leão foi a solução emergencial encontrada Juvenal Juvêncio para dar um choque em um elenco tido como apático. Mas o treinador não entende que sua tarefa deva ser comparada ao de uma babá dos muitos garotos vindos da base por imposição do presidente do São Paulo . Em conversa com o elenco após a eliminação na Copa Sul-Americana, o chefe reforçou a responsabilidade de todos.

"Nós que definiremos o nosso futuro, se teremos férias com capacidade de sorriso ou de melancolia. Ficou ao nosso dispor". De acordo com Leão, foram essas as palavras usadas para um grupo que tem nas sete rodadas restantes do Campeonato Brasileiro a única oportunidade de garantir uma vaga na Libertadores.

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A fama de linha-dura ficou clara na manifestação pública do comandante em relação ao tipo de relacionamento que terá com os atletas. "Não podemos tratá-los como bebês nem ser babá. Serão tratados apenas como profissionais", avisou o ex-goleiro.

Particularmente, cada um ouviu que é preciso pagar a dívida de erros que hoje deixam o time em sexto lugar na liga nacional. "Tivemos um diálogo bem aberto e franco. Dei o alerta, disse que éramos felizardos por ainda nos faltar sete rodadas com a camisa do São Paulo. Dou a responsabilidade a cada um de forma individual dentro e fora de campo. Eles sabem disso porque já avisei".

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O recado é um complemento da ameaça de desmanche feita por Juvenal Juvêncio em caso de insucesso na luta pela classificação à Libertadores. Um discurso que é repetido pelo técnico desde a derrota por 2 a 0 para o Libertad, no Paraguai, na quarta-feira, na estreia de Leão na equipe, que gerou a eliminação da Sul-americana.

Mesmo antes do jogo de domingo contra o Vasco, pelo Brasileiro, o treinador já sorri com os efeitos de suas cobranças públicas e internas. A força com que todos entraram em divididas no coletivo desta sexta-feira se destacou.

São Paulo é o sexto colocado no Brasileirão. Confira a classificação completa

"O treino teve uma pegada muito maior, não jogávamos assim. E é assim que quero, que transpirem um pouco mais e a perna fique mais dolorida do que tem saído", falou, ciente de que falou a língua que os atletas do Tricolor precisavam ouvir. "Quando se fala de forma aberta, eles entendem com facilidade."

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