O volante Fabrício sofreu com algumas contusões e foi titular do São Paulo nas duas vezes em que esteve disponível

Fabrício participa de treinamento no São Paulo
AE
Fabrício participa de treinamento no São Paulo
Integrante do elenco são-paulino desde a pré-temporada, o volante Fabrício foi titular nas duas vezes em que esteve disponível. O técnico Emerson Leão, porém, garante que não dá prioridade ao ex-cruzeirense.

Deixe o seu recado e comente a notícia com outros torcedores

"Não estou arrumando lugar para ninguém, eles (jogadores) é que arrumam seus lugares. Eu só escalo", avisou o comandante, ao ser questionado sobre o status de titular que o camisa 8 carrega mesmo sem ter mostrado serviço pelo clube.

Leia mais: Rhodolfo acusa dores no joelho e não treina, mas deve ser titular

Fabrício chegou ao São Paulo com uma lesão no tornozelo esquerdo e foi a campo assim que os médicos liberaram, contra o Bragantino, mas sentiu a panturrilha direita e ficou fora de combate por cerca de um mês. Recuperado, tirou a vaga de Casemiro (que usou a camisa 8 em 2011 e agora tem a 28) mesmo sem reunir condições físicas para atuar por 90 minutos - jogou só meio tempo, não foi bem e deixou o campo dizendo estar sem ritmo de jogo.

"É uma pessoa que ainda não conseguiu repetir jogos desde que iniciou seu trabalho aqui. Minha obrigação como treinador é tentar colocá-lo em forma, e não é só com treinamento. Fabrício jogou 20 minutos, saiu e nunca mais voltou. Quando voltou, melhorou, jogou 45. Agora pode nem entrar, depois entrar 20", explicou, mantendo a dúvida sobre a escalação do meio-campista neste sábado, contra o Mogi Mirim, em Barueri.

Veja também: Há cinco meses em recuperação, Cañete não esconde vontade de jogar

Leão usa Jadson como exemplo. Se Fabrício chegou cercado de expectativa por ter o perfil de liderança que a diretoria esperava, o camisa 10 carrega a responsabilidade de ser o reforço mais caro para a temporada. Embora não tenha sofrido com lesões como o volante, Jadson tem demorado a engrenar.

"O Jadson foi a mesma coisa. Jogou 60 minutos, depois 90 minutos, daqui a pouco veio do banco e fez os melhores 45 minutos dele (contra o Ituano, na rodada passada). Pode ter certeza: quem jogar melhor é escalado. O duro é pôr na cabeça do jogador que o outro está um pouquinho melhor. Vai do diálogo, e isso estamos tendo a toda hora", encerrou o chefe.

Entre para a torcida virtual do São Paulo: 

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.