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Atacante do Grêmio rejeita rótulo de “cai-cai” e reclama de preconceito dos árbitros

O exemplo de Carlos Eduardo, o menino franzino que estourou no Grêmio em janeiro de 2007, foi vendido menos de oito meses depois, venceu no competitivo futebol alemão e chegou à seleção brasileira serve para Leandro . Aos 18 anos, o atacante tem alimentação e exercícios físicos controlados por nutricionista, preparador e fisioterapeuta, ou seja: um programa para ganhar massa muscular e suportar os confrontos com zagueiros no Brasileirão.

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A necessidade foi diagnostica a partir do rótulo de cai-cai que o jogador recebeu em seis partidas do campeonato. É raro vê-lo manter-se de pé após um embate com um defensor rival.

Embora admita precisar ter mais força, porém, sem perder a mobilidade, Leandro se defende. Alega que as 21 faltas sofridas seriam “muito mais” caso os “árbitros interpretassem melhor os lances”. Afinal...

“Minhas quedas acontecem pois sou rápido e leve. Quando passo dos zagueiros, eles me derrubam. Estou apanhando muito e tenho provas”, disse ao mostrar duas marcas nas canelas resultado da vitória sobre o Coritiba.

Leandro se disse prejudicado com a fama:

“O rótulo me atrapalha. Os juízes estão com uma ideia errada de mim. Não sou cai-cai e não quero ficar mal visto”.

O técnico Julinho Camargo saiu em defesa do jogador:

"Ele tem uma característica de velocidade muito forte e, quando é tocado, é natural que caia. Não quero de maneira alguma que os árbitros entrem pensando nesta situação (cai-cai), quero que eles sejam imparciais."