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Lapolla confirma candidatura contra Juvenal no São Paulo

Apesar de atual presidente ter dito que "não existia" oposição, adversário confirma que quer comandar o clube

Gazeta |

A disputa pelo cargo de presidente do São Paulo só esquenta. Depois de Juvenal Juvêncio ter afirmado que seu adversário Edson Lapolla "não existe", o opositor confirmou nesta terça-feira sua candidatura ao cargo máximo do clube do Morumbi. Além disso, o grupo contrário ao mandatário foi à Justiça para impedir a reunião desta terça do Conselho Deliberativo.

"Não sei se ele vai ser, mas eu sou candidato, isso é definitivo. Eu tinha condicionado minha candidatura à situação dele. Como parece que ele vai mesmo concorrer, eu também vou. Além disso, ele deu declarações ontem (segunda) lamentáveis. Ficou quieto por dois meses e conseguiu ficar pior do que quando falou de Itaquera. Foi grosseiro até com nosso patrono Laudo Natel. Uma lástima", criticou Lapolla.

O Conselho Deliberativo do São Paulo tem reunião agendada para esta terça-feira, quando deve discutir a brecha para Juvenal ser reeleito. Porém, a oposição alega ter obtido uma liminar para impedir a reunião, justificando não estar clara a pauta do encontro.

Juvenal Juvêncio ainda não oficializou sua candidatura, mas a grande discussão em torno do assunto de se dá pelo fato de o novo estatuto do clube proibir que uma pessoa ocupe o cargo por três mandatos consecutivos.

Juvenal está em sua segunda gestão seguida, mas justifica estar na primeira sob as regras do novo estatuto. Por isso, o presidente assegura ter condições de concorrer no pleito de abril, já que seria sua primeira reeleição pelas novas diretrizes do clube.

"Qualquer criança no clube sabe que ele está em seu segundo mandato, mas fica procurando uma vírgula, uma letrinha pequena. Não queremos e estamos falando disso, enquanto as pessoas do lado dele não se manifestam. Não estamos discutindo a gestão do Juvenal Juvêncio, mas a mácula no estatuto do São Paulo", completou Lapolla, que diz ser um dos fundadores do grupo "Participação", principal ala política de apoio ao atual mandatário.

No entanto, o ex-dirigente se afastou da chapa e virou opositor. "O grupo Participação sabe que eu os reverencio e acho que tem pessoas lá em condições de substituir o Juvenal. Se ninguém quer, eu quero", completou.

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