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Kleber é novo membro do time de "vira-casacas". Relembre mais nomes

Gaviões da Fiel revelou que atacante do Palmeiras foi seu sócio em 2001. Veja outros da lista, como Neymar e Luis Fabiano

iG Esporte |

A polêmica de que Kleber é corintiano e de que ele era afiliado à principal organizada do arquirrival de sua atual equipe, o Palmeiras , remete a uma série de polêmicas sobre jogadores que torcem para um time e atuam em outro. Por causa disso, o iG fez um levantamento de casos históricos de atletas, treinadores e até de dirigentes que torcem para times e que já tiveram histórias com outro.

Reprodução
Suposta ficha de filiação de Kleber divulgada pela Gaviões da Fiel
Assim como o corintiano Kleber, o Palmeiras conta com outros dois integrantes que são assumidamente torcedores de outro time. Marcos Assunção nunca escondeu que é torcedor do Santos , assim como Luiz Felipe Scolari conta para quem quiser ouvir que é gremista . Eles, no entanto, sempre fazem questão de destacar que a responsabilidade de atuar contra o seu coração fica ainda maior.

“Não tem nada de diferente. Apenas que, como sempre falei e nunca escondi, como grande torcedor do Grêmio, é pior enfrentar o Grêmio do que o Inter. Eu torço pelo Grêmio, mas tenho de ganhar do Grêmio, mostrar que não tem nada a ver”, disse o treinador.

Outro gaúcho que também já virou a casaca é o hoje treinador da seleção brasileira, Mano Menezes. Ele foi ídolo gremista após recolocar a equipe na Série A e fez o mesmo comandando o Corinthians . O que poucos sabem é que ele torcia para o Internacional quando criança. Mesmo caso de Renato Gaúcho, hoje treinador do Atlético-PR , mas ídolo no Grêmio. Ele, na verdade tem o coração vermelho, já que sempre torceu para o Internacional.

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Foto vazou com Neymar vestindo a camisa do Palmeiras


No Beira-Rio, aliás, foi onde Fábio Rochemback e Alexandre Pato, gremistas desde que nasceram, iniciaram as suas carreiras. O contrário aconteceu com o meia Tinga. Ele não podia nem ver a cor azul antes de se tornar profissional e dar o pontapé inicial pelo time do Olímpico.

Adilson Batista já foi ídolo no Grêmio também. O hoje treinador do São Paulo sempre declarou que foi torcedor do Atlético-PR. Do outro lado de Curitiba, o treinador do Coritiba , Marcelo Oliveira, também assume para todos que torce para o Atlético-MG , último time brasileiro em que o corintiano Diego Tardelli fez sucesso.

O atacante, aliás, iniciou a carreira no São Paulo e, antes disso, tinha o apelido de Dinei, em homenagem ao corintiano, que hoje estrela nas telinhas o reality show “A Fazenda”, da TV Record. Outro que precisou mudar de nome para diminuir o problema de virar a casaca foi Lucas, atacante do São Paulo. Corintiano, ele começou a carreira com o apelido "Marcelinho", em homenagem ao seu então xará carioca, ídolo da Fiel. Luís Fabiano, hoje no Morumbi, também é outro que era corintiano, mas acabou fazendo sucesso em um dos rivais do seu coração.

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Foto vazou com Neymar vestindo a camisa do Palmeiras
Ronaldo, como ele mesmo se definiu, foi um “louco do bando”, mas nunca escondeu que foi flamenguista , assim como Adriano, que hoje tenta voltar ao bom futebol no Parque São Jorge, mas tem a Gávea no coração, exatamente igual a Emerson Sheik, que deixou escapar um hino da torcida flamenguista no ônibus do Fluminense . Caso parecido vive Vanderlei Luxemburgo, treinador que já passou por Corinthians, Palmeiras, Santos, Atlético-MG entre outros, mas sempre admitiu que torcia para o Flamengo.

Renato Abreu, hoje no time de maior torcida do Brasil, também já admitiu que torce para o Santos. A equipe da Vila Belmiro, aliás, tem Neymar e Rafael, dois torcedores do Palmeiras que defendem o preto e o branco. Quem manteve as cores do coração, mas trocou o nome foi Caio. Ele sempre foi vascaíno , mas hoje atua no Botafogo , time que também domina os sentimentos do ídolo de São Januário Roberto Dinamite.

Outro ídolo que não torcia para a equipe onde fez sucesso é o atacante Casagrande. Ele sempre foi são-paulino, mas fez sucesso mesmo no Corinthians. Juninho Paulista, Raí e Rivelino são outros três que trocaram de times na maior cidade do país. Ambos torciam para o Palmeiras, mas fizeram sucesso, respectivamente, no São Paulo e no Corinthians.

Colaboraram: Danilo Lavieri, Bruno Winckler, Mário Monteiro, Marcel Rizzo, Luiz Lima e Allan Brito do iG São Paulo;  Thales Soares, Renan Rodrigues, Marcello Pires e Hilton Mattos, do iG Rio de Janeiro; Leonardo Fagundes, iG Curitiba; Hector Werlang, iG Porto Alegre; e Victor Martins, iG Belo Horizonte

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