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Futebol
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Kempes chega ao seu estádio com expectativa de ver mais do Brasil

Animado com a Copa América, ídolo argentino cede nome ao local em que a seleção brasileira jogará

Gazeta |

Mario Alberto Kempes entrou sorrateiramente no estádio que leva o seu nome, na noite desta quarta-feira, horas antes de o Brasil enfrentar o Equador pela Copa América . A discrição do artilheiro da Copa do Mundo de 1978, vencida em casa pela Argentina, era tamanha que ele quase não foi reconhecido. "Quem é aquele cara de óculos?", perguntou um senhor, antes de se surpreender com a resposta.

Tratava-se de, ninguém menos, daquele que cedeu o nome ao Estádio Mario Alberto Kempes, de Córdoba. Hoje comentarista esportivo, o ex-jogador logo passou a enfrentar o assédio de quem estava em volta. Distribuiu autógrafos, posou para fotos e mostrou pressa para assistir à rodada do grupo B da Copa América. "A Venezuela está me surpreendendo, assim como outros. Falo mais depois. Quero ver o jogo agora. Olhem: gol da Venezuela contra o Paraguai!", vibrou, apontando para uma televisão.

Kempes sentou-se à frente de uma televisão, em uma cadeira cedida por um jornalista, e voltou a dar palpites sobre a Copa América. Ele esperava ver um futebol melhor do Brasil ainda nesta noite, diante do Equador. "A seleção brasileira tem jogadores muito jovens. O Pato já é mais experiente, mas o Ganso e o Neymar estão em sua primeira competição oficial. É um momento de renovação. Até o Daniel Alves não vem jogando bem, o que é raro", comentou.O ídolo argentino ainda lembrou que as outras seleções tradicionais do continente também não chegaram a encantar. "Por mais habilidade que o Messi tenha, ele precisa da equipe. Todos estão com dificuldades. A Copa está muito parelha, com boas seleções. Por isso, estamos vendo tantos empates. Só não me parece tão triste porque os gols estão saindo. Isso deixa o futebol bonito. É melhor um 3 a 3 do que um 0 a 0", sorriu.

Depois da análise, Mario Kempes voltou a se acomodar em sua cadeira de plástico, diante da televisão, para assistir ao restante do confronto entre Venezuela e Paraguai. Depois, subiria para as cabines do seu estádio para acompanhar a seleção brasileira. "Este lugar se chamar Kempes é lindo. Poucos jogadores receberam uma homenagem como essa. Fico emocionado e feliz por ter acontecido em vida", concluiu.

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