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No entendimento do presidente do Atlético-MG, somente assim para provar que nada houve de irregular

Flickr/Clube Atlético Mineiro
Alexandre Kalil diz que uma investigação vai acabar com qualquer suspeita de entrega atleticana
A goleada sofrida para o Cruzeiro é e vai ser por um longo tempo o principal assunto da torcida do Atlético-MG . No entanto, a postura da equipe no clássico que podia rebaixar o maior rival é contestada pelos atleticanos. No entendimento dos torcedores, o time alvinegro facilitou demais para o Cruzeiro , que até vencer o clássico, tinha apenas duas vitórias no segundo turno e era o ataque menos eficiente, com apenas 16 marcados .

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Diante da facilidade que o Cruzeiro encontrou para golear o Atlético-MG, a conversa sobre uma possível entrega por parte da equipe alvinegra só ganhou força. Antes mesmo da partida o assunto já era discutido . Teorias e mais teorias são lançadas pelos torcedores, especialmente nas rede sociais. E foi aí que nasceu a ideia de ser feita uma petição on-line para que o Ministério Público investigue o caso.

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Sem acreditar em acordo entre jogadores ou outras pessoas, o presidente Alexandre Kalil diz que o Atlético-MG está de portas abertas para uma investigação. De acordo com o mandatário atleticano, somente assim para provar que não aconteceu nada errado.

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“Quero avisar que o Ministério Público, ao invés de ficar proibindo tambor e bandeira, investigue, que quebre sigilo de presidente, de treinador, de jogador, que quebre sigilo bancário, fiscal, de qualquer um e descubra o que aconteceu. O Atlético está aberto para isso, ia prestar um serviço grande para o futebol brasileiro se fizesse uma coisa dessas”, disse Kalil em entrevista à Rádio Itatiaia.

No entendimento de Alexandre Kalil, somente assim para acabar com qualquer desconfiança sobre o clássico. Para ele, caso seja provado algo, que os envolvidos sejam punidos, não importe quem seja. “Se alguém viu alguma dessas pessoas juntas que denuncie para a Polícia Federal e que vá lá e algeme o senador Aécio Neves, algeme o senador Zezé Perrella, presidente Alexandre Kalil, Ricardo Guimarães e que vá para trás das grades, porque lugar de vagabundo, mau-caráter, é na cadeia”.