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Juvenal dá ultimato a elenco, isenta técnicos e promete desmanche

Presidente mostrou estar decepcionado com os jogadores, que não têm rendido o esperado, mesmo com as mudanças de treinador

Gazeta |

A contratação de Emerson Leão por um período inferior a três meses foi a última aposta de Juvenal Juvêncio neste elenco. Se completar uma terceira temporada seguida sem títulos, e a segunda consecutiva sem vaga na Libertadores, o elenco será desfeito. Esta é a ameaça do presidente do São Paulo após ter três técnicos no ano, além do interino Milton Cruz.

São Paulo é o sexto no Brasileirão. Veja a tabela

"Se esse time não for para a frente com um novo técnico, no final do ano chegamos à conclusão de que não é técnico, é time. E teremos que modificá-lo", antecipou o mandatário, que já demitiu em 2011 Paulo César Carpegiani e Adilson Batista e não tem ideia de quem será comandante da equipe no próximo ano.

"O time está mal. Se existem competências individuais, mas a equipe não corresponde coletivamente, o normal em uma situação dessas é trocar o técnico, porque não se encontrou outra maneira de fazê-lo. Mas já trocamos um primeiro, um segundo, um terceiro...", relembrou.

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Juvenal Juvêncio viajou com a delegação e está no Paraguai, onde acompanhou o último treino antes do duelo desta quarta-feira contra o Libertad, pela Copa Sul-Americana. A equipe pode até perder por um gol de diferença, caso balance as redes, para ir às quartas de final da competição que dá ao campeão uma vaga na Libertadores.

E é bom os atletas não decepcionarem o dirigente de novo. "Entendemos que temos uma equipe importante. Há Rhodolfo, Cícero, Casemiro e Lucas, todos de seleção brasileira, além de outros na sub 20, da seleção paraguaia. Se os jogadores não correspondem, trocamos de técnico, é natural", argumentou.

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O presidente está irritado com o frustrante desempenho na temporada, considerando o empate de domingo com o Coritiba, no Morumbi, uma "derrota". "Tenho uma expectativa de competição muito mais forte do que se realiza no gramado. As competências, até agora, não se materializaram", apontou.

Reprovação que faz o mandatário justificar a troca de "planejamento" por "acerto de rumo". "O São Paulo continua entendendo que tem uma gestão de encaixe. Também aceito quando entendem que não temos, é do futebol. Mas o técnico fica agora por dois meses porque assim foi determinado. Falei aos meus pares para que se fizesse dessa forma", disse Juvenal.

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