Meia do Vasco executa 35 cobranças. Foram sete gols, três bolas na trave, três na barreira e 15 para fora

Fim de treino do Vasco nesta terça-feira. Jogadores caminham para o vestiário, alguns fazem alongamento e Juninho Pernambucano se preparada para uma atividade de rotina. Rotina sua, mas pouco comum em São Januário nos últimos anos. O meia, recém-contratado, pede a ajuda do goleiro reserva Diogo Silva e do auxiliar-técnico Jorge Luiz para uma sequência de cobranças de falta.

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Curiosamente, neste 21 de junho, completa-se um mês da última partida de Juninho pelo Al-Garapha, do Catar. O jogador, especialista nas bolas paradas, fez o clube reviver treinos ultimamente esquecidos na Colina. Depois da era Marcelinho Carioca, em 2003, quase não se viu jogador treinando faltas em São Januário. E no Vasco, Roberto Dinamite, hoje presidente, foi um dos maiores cobradores da história do futebol brasileiro.

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Com o auxílio da barreira móvel e a cumplicidade de Jorge Luiz - ex-zagueiro de bom aproveitamento nas bolas paradas também -, o craque bateu 35 faltas. Foram sete gols, três bolas na trave, três na barreira e 15 para. No elenco atual, Bernardo , que não é titular, às vezes se arrisca neste fundamento depois dos treinos. Fora isso, o clube carece de um jogador esta característica.

"Com o Juninho, a gente na bola parada. O Vasco não tem hoje um jogador com esta especialidade, e ele será este diferencial. Vamos ganhar bastante", adverte o meia Diego Souza . “A gente brinca, no vestiário, dizendo que temos que ficar para aprender e não passar vergonha”, completa o lateral Fágner .

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