Meia acredita que time campeão da Copa BR pode repetir sucesso da geração dos anos 90 se base for mantida

Juninho Pernambucano teve grande atuação na vitória do Vasco sobre o Internacional
AE
Juninho Pernambucano teve grande atuação na vitória do Vasco sobre o Internacional
O Vasco está a 11 pontos do líder Corinthians . Embalado pela vitória de 2 a 0 sobre o Internacional , o time recebe o Atlético-PR neste sábado, em São Januário, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro . O adversário é o lanterna da competição. Vencendo, o time de Ricardo Gomes dará um passo importante rumo ao G-4. Para o experiente Juninho Pernambucano , porém, não é momento de se pensar em título ainda. Além de restarem 29 rodadas, a distância para o time paulista (25 pontos contra 14) é grande.

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“Falar em título brasileiro hoje é complicado. Estamos um pouco distantes dos líderes. Em contrapartida, não podemos achar que não dá. Temos que encostar nos líderes. Não podemos deixar escapar essa ambição, essa vontade de brigar. Mas nada de falar em título agora, é cedo”, analisou Juninho.

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O meia chegou ao Vasco com um contrato até dezembro. Mas já se sabe que ele vai renovar. Mesmo com 36 anos, o craque tem dois sonhos: disputar novamente a Libertadores para tentar repetir 1998, quando sagrou-se campeão; e jogar o Campeonato Carioca, um pedido da filha mais velha, Geovana. Analisando o elenco atual e projetando o que seria preciso melhorar para o Vasco brigar pelo título sul-americano, Juninho diz que a diretoria precisa trabalhar desde já.

"Chegar lá em cima é fácil, se manter é para os grandes. Aí entra o trabalho da diretoria: manter o elenco, se reforçar...Achar que nunca é o suficiente..Procurar sempre jogadores de talento”, comentou Juninho. “Apesar de saber que temos problemas econômicos e de contrato, o clube te que se precaver contra isso tudo”, completou o craque.

Juninho fez parte, nos anos 90, da geração que conquistou, além da Libertadores, dois Brasileiros (97 e 2000), um Rio-São Paulo (99), um Carioca (98) e uma Mercosul (2000). É cedo para arriscar que o elenco atual, campeão da Copa do Brasil, pode fazer história semelhante. Mas Juninho lembra que naquele período a antiga diretoria sempre procurou manter a base do time.

“Este time tem potencial para chegar lá. As grandes conquistas, assim como foi a Copa do Brasil, abrem o caminho para se ter um time com aquele”, comentou o meia. Vejo algumas características iguais. Temos que manter a base até se formar um grupo campeão”.

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