Com time perto da zona de rebaixamento, treinador disse não temer demissão

A má pontaria nas finalizações e a expulsão de Miralles foram as justificativas de Julinho Camargo para o empate do Grêmio com o América-MG-nesta quarta-feira, no Olímpico, pela 12ª rodada do Brasileirão. Tudo fruto de um vestiário “machucado” e “tensionado” pelos últimos resultados.

Entre para a Torcida Virtual do Grêmio e convide seus amigos

Twitter iG Grêmio: Notícias e comentários em tempo real

Em 90 minutos, o Grêmio concluiu 27 vezes. Apenas seis foram ao gol adversário. Miralles levou o cartão vermelho aos 25 do segundo tempo.

Tenha as estatísticas no seu iPhone e faça comparações entre times e jogadores

“Porque a bola não entra? A carga emocional está aqui dentro, está no torcedor, está no ambiente. A derrota na Libertadores e no Gauchão ainda dói. O vestiário está machucado e tensionado. Falei no intervalo para termos calma, mas é isso aí. Acontece. A coisa ficou difícil quando perdemos um jogador”, disse o treinador quase sem voz após.

Em 15º lugar, com 13 pontos, o Grêmio tem dois pontos de vantagem sobre a zona do rebaixamento. Tal situação não assusta Julinho, que completou 25 dias de Grêmio nesta quarta. Ele afirmou não temer ser demitido:

"Eu nunca fui um treinador que tive medo de enfrentamentos. Agora é o momento maior tensão nesses meus 25 dias de Grêmio. Não tenho medo do que vem pela frente. Não vou dar passo para trás ou me proteger. Agora é hora de mostrar a que veio. Não nos omitimos de tentar”.

O Grêmio está de folga na manhã desta quinta-feira. A reapresentação está marcada para as 15h30min.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.