Treinador reclamou da postura defensiva da equipe apesar de ter escalado três volantes

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Desde que chegou ao Grêmio , em 3 de julho, Julinho Camargo estabeleceu a receita do sucesso como técnico do primeiro grande clube em 22 anos de carreira: fortalecer o sistema defensivo para vencer os jogos como mandante e empatar fora de casa. Seis partidas depois a ideia ficou na teoria. Culpa, na avaliação do treinador, da “síndrome do medo”.

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Foi o que aconteceu no empate com o Atlético-MG . Depois de estar na frente do placar por duas vezes, a equipe permitiu o empate.

“É a síndrome de quem faz o gol e fica com medo de tomar outro. Temos de manter a bola no campo de ataque rival. Recuamos e vazamos em detalhes absurdos. São pontos que temos que trabalhar. Foi esdrúxulo”, reclamou Julinho batendo com a mão esquerda na mesa da sala de conferências do Olímpico.

A postura, para o comandante, não foi ocasionada pela formação com três volantes ou pela falta de treinos ofensivos – o Grêmio teve 51% de posse de bola. Ele citou ainda a desatenção em jogadas de bola parada:

“É um lençol curto. Há a necessidade de se expor sem perder a organização defensiva. Não temos outro caminho senão fechar esse conjunto e buscar os resultados que deixamos escapar entre os dedos”.

Com 14 pontos, o Grêmio está em 15º lugar. Tem um ponto a mais do que a zona de rebaixamento.

O próximo desafio gremista é, sábado, diante do Palmeiras, em São Paulo, no Canindé. A partir das 15h30min desta quinta-feira, o treinador comanda o primeiro treino de preparação para a 15ª rodada.

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