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Juíza anula eleição no Vasco, mas clube não teme perda do poder

Oposição volta a atacar Dinamite por conta de lista de votantes. Clube ainda pode recorrer

iG Rio de Janeiro |

A crise no futebol carioca não se limitou à guerra entre a dupla Fla-Flu por Thiago Neves. Nesta quarta-feira, foi o Vasco que entrou em cena. Nos bastidores, a oposição conseguiu anular as eleições para presidente realizadas em agosto . O despacho foi da Juíza Ione Pernes, da 37ª Vara Cível do Rio, após ação movida por Itamar Ribeiro, aliado de Pedro Valente, principal opositor de Roberto Dinamite e ex-vice-presidente médico de Eurico Miranda.

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A direção atual pode recorrer da decisão. De acordo com o departamento jurídico do clube, a oposição tenta desarticular os poderes do Vasco em razão dos resultados das urnas no pleito: vitória com sobras de Dinamite: Dos 2.716 votos, Roberto ficou com 2.390, contra 247 de Léo Gonçalves, 61 de Jayme Lisboa e 18 brancos e nulos. E mais: diz não temer a perda do poder. Como Dinamite já era o presidente antes do pleito, ele sgue no poder até o veredito. O despacho só será publicado no dia 27. Aníbal Mendonça, vice-jurídico, diz que no dia seguinte saberá derrubar a liminar.

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A ação movida por Itamar dá conta da briga antes da eleição por conta lista de votantes. Segundo a aposição, a relação apresentada pela situação era suspeita . A tentativa de anulação do pleito é antiga.

Valente e membros de outras chapas de oposição passaram a segunda-feira que antecedeu a eleição tentando anular a decisão do desembargar Adolfo Correa Melo, que no sábado garantira ao departamento jurídico do Vasco a antecipação da tutela, mantendo a data marcada pela situação. Na quinta-feira anterior, a mesma juíza Ione Pernes havia suspendido a manutenção da data inicial entendendo que seria um equívoco a realização do pleito.

A oposição apontou uma série de irregularidades na lista de eleitores e elegíveis apresentada pelo clube. Durante meses, os nomes foram questionados e a relação nova apresentada sempre apresentava números incompatíveis - segundo denúncias da oposição. Em seguida, as correntes contra Roberto Dinamite alegaram esquema de fraude na listagem, com o cadastro de pessoas mortas e CPFs inválidos.


 

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