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José Maria Marin assume CBF na próxima segunda-feira

Cartola foi indicado por Ricardo Teixeira para ficar no cargo durante sua licença

Paulo Passos, iG São Paulo |

O novo presidente em exercício da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), José Maria Marin, será empossado no cargo na próxima segunda-feira, na sede da entidade no Rio de Janeiro. O dirigente, que foi escolhido por Ricardo Teixeira para ficar no seu lugar durante uma licença médica por tempo indeterminado, dará a sua primeira entrevista coletiva à frente da CBF.

VEJA TAMBÉM: Ex-governador, Marin volta aos holofotes após duas décadas

Gazeta Press
Marin (de óculos escuros), ao lado de Marco Polo Del Nero e do governador Geraldo Alckmin
Marin enviou nesta sexta-feira convites para os presidentes das 27 federações filiadas a entidade máxima do futebol no Brasil. O evento será uma mostra do racha entre os cartolas com o anúncio do dirigente paulista como sucessor de Teixeira. Dirigentes contrários à escolha de Teixeira não irão ao evento.

É o caso, por exemplo, do presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Novelletto, que liderou um movimento de cartolas descontes com Marin à frente da entidade. “Não vou porque estarei ocupado”, afirmou Novelletto ao iG.

Ex-governador de São Paulo, Marin é o primeiro nome na linha sucessória da CBF caso Ricardo Teixeira renuncie ao cargo. Aos 79 anos, o cartola voltou ao noticiário neste ano, ao ser flagrado colocando uma das medalhas dos campeões da Copa São Paulo no bolso .

LEIA MAIS: Ricardo Teixeira pede licença da CBF


Marin assume a CBF no momento em que seu presidente está fragilizado por denúncias de corrupção no Brasil e no exterior. Há 23 anos presidindo a entidade, Teixeira teria recebido, segundo a BBC, 9 milhões de euros de propina da empresa suíça ISL. Ele também está sendo investigado por envolvimento em empresa que superfaturou o amistoso da seleção brasileira contra Portugal, em 2008, no Distrito Federal. O caso foi investigado pela Polícia Civil de Brasília e está na Justiça Federal.

O cartola alegou problemas de saúde para se ausentar da presidência da CBF.
 

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