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Jogadores simulam tiro em comemoração e causa polêmica no México

Atleta do Chivas fingiu que estava morto, mas casos de violência no país geraram críticas contra ele

EFE |

A comemoração de um gol na qual um jogador simulou dar um tiro na cabeça de outro provocou nesta segunda-feira repúdio da imprensa mexicana e um pedido de desculpas por parte do Chivas Guadalajara. Com 32 minutos de jogo da partida contra o Tecos, no último sábado, os jogadores Marco Fabián e Alberto Medina, do Chivas, tabelaram na jogada que se transformou em gol do primeiro. Ambos foram comemorar, e Fabián fingiu dar um tiro na testa de Medina, que ficou estendido no chão, como se estivesse morto.

Diante da atitude de seus jogadores e das reivindicações de seus torcedores nas redes sociais, o clube decidiu emitir um comunicado condenando os fatos ocorridos. "Lamentamos a comemoração realizada por nossos jogadores Marco Fabián e Alberto Medina depois do gol que Fabián fez contra o Tecos, na noite de sábado, pela 13ª rodada do Torneio Apertura 2011", diz o comunicado.

"Os jogadores que participaram da comemoração serão repreendidos pela instituição, porque eles são exemplo para as crianças e jovens de nosso país", afirmou o Chivas.

A comemoração é realizada em um momento no qual o México está sofrendo com uma onda de violência que provocou mais de 40 mil mortes desde 2006. No início de 2010, o jogador paraguaio Salvador Cabañas, então atacante do América, levou um tiro na cabeça em um bar. Cabañas conseguiu sobreviver, mas teve que se retirar dos campos, e não participou da Copa do Mundo de 2010.

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