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Futebol
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Jogadores do Vasco nem pensaram em aliviar para o América

Felipe Bastos revela que time conversou no intervalo sobre a possibilidade de goleada histórica no sábado

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Não é todo dia que se ganha de 9 a 0. No caso do Vasco, então, isso não acontecia desde 19 de fevereiro de 1984. Jogando em São Januário, o time goleou o Tuna Luso (PA) pelo mesmo placar no Campeonato Brasileiro. É comum, como se diz na gíria do futebol, tirar o pé do acelerador quando a vitória está garantida. Sábado, em Volta Redonda, contra o América, foi o contrário. A todo momento, havia o pedido para atacar.

“A gente pedia: ‘não para, não para’. No intervalo, no vestiário, conversamos sobre a importância de manter a pegada. Em hora nenhuma a gente pensou em diminuir o ritmo”, revelou o meia Felipe Bastos, que voltou ao time após fratura da mão direita.

O jogador jamais havia participado de uma partida com placar tão elástico. Sua maior experiência havia sido com a seleção brasileira sub 17. Na ocasião, o Brasil venceu a Bolívia por 7 a 0. Duas sensações marcantes na carreira do jogador. E dentro de cada partida, conta Felipe Bastos, os times tomaram o gostinho pela vitória e por isso não pararam de fazer gols.

“No sábado, ficamos em cima do América como se fosse o início do jogo. A coisa foi acontecendo e a ordem foi não parar. A sensação foi muito gostosa, ainda mais para quem voltava de lesão”, disse Felipe.
 

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