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Jogadores do Inter admitem não ter cabeça para jogar o 3º lugar

Com derrota para os africanos do Mazembe, pela primeira vez um sul-americano está fora de uma final. Renan queria pegar o avião agora e Bolívar não sabe como serão os quatro dias ¿preso¿ no hotel

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

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Abatidos, alguns com cara de choro, outro segurando para não derrubar lágrima enquanto falavam. Os jogadores do Internacional deixaram o estádio Mohammed Bin Zayed, em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), com cara de que a choradeira no vestiário foi grande.

Entre explicações para os gols perdidos, para não terem conseguido sair da marcação do Mazembe, da República Democrática do Congo ou para não terem parado os africanos no segundo tempo, uma certeza: eles não sabem como terão cabeça para disputar o terceiro lugar.

O jogo será sábado (12h de Brasília), na preliminar da decisão, que começa às 15h. O adversário será o perdedor de Inter de Milão e Seongnam Chunma, da Coreia do Sul, que se enfrentam nesta quarta, 15h de Brasília.

Cara, não sei como ficaremos quatro dias naquele hotel. Já estava demorando para passar o tempo, agora não sei como teremos cabeça. É frustrante jogar o terceiro lugar, frustrante. Mas temos que jogar, disse o capitão Bolívar.  A delegação só retorna para o Brasil no domingo, dia 19 de dezembro, saindo de Dubai (cidade a 150 km de Abu Dhabi), e a chegada em Porto Alegre está prevista para segunda-feira à tarde, dia 20.

A minha vontade é entrar no avião agora e voltar para casa. Estamos acabados, é isso. Tivemos um grande primeiro tempo, perdemos algum gol. No segundo tempo o gol tomado nos baqueou. Agora é disputar o terceiro lugar porque o regulamento manda. Vontade realmente não temos, disse o goleiro Renan.

Pela primeira vez na história do Mundial de clubes chancelado pela Fifa (a partir de 2000, com hiato entre 2001 e 2004), um sul-americano está fora da decisão. Em 2006, o próprio Inter venceu a competição, ao bater na semifinal o Al-Ahly, do Egito (2 a 1), e na decisão o Barcelona (1 a 0), no Japão.

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