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Jogadores do Grêmio desembarcam em silêncio

Após eliminação da Libertadores, equipe de Renato Gaúcho disputa Gre-Nal. Ambiente é de tristeza

Hector Werlang, iG Porto Alegre |

O desembarque do Grêmio, na noite desta quinta-feira, em Porto Alegre, foi o retrato da tristeza pela eliminação na Libertadores. Com expressão cansada, resultado das sete horas de viagem desde Santiago, jogadores, integrantes da comissão técnica e dirigentes evitaram dar explicações.

Quem aceitou dar entrevista adotou o discurso de esquecer a derrota para o Universidad Católica e pensar no Gre-Nal de domingo, o primeiro jogo da final do Gauchão.

Ao menos a delegação teve uma chegada tranquila. Sem presença de torcedores, não precisou passar pelo constrangimento de um eventual protesto, mas tampouco recebeu apoio para o clássico.

Douglas foi um dos que não quis falar. Ao ser abordado pelos jornalistas, se calou. O zagueiro Rodolfo teve postura diferente. Destacou e espírito de luta da equipe, afirmou até que os atletas estavam de parabéns pelo empenho e projetou a volta por cima no clássico. Porém, ao ser perguntado sobre o que fazer para resolver os problemas defensivos da equipe – o gol de Mirosevic surgiu em bola aérea – mudou o tom. Fechou a expressão e resumiu o seu sentimento em uma palavra: "Trabalho".

Para Rafael Marques, que se recupera de dores musculares na coxa direita, o gol da Católica não foi uma falha. Apenas consequência da necessidade de a equipe de Renato Gaúcho atacar: "Buscamos o gol e nos abrimos".

O Grêmio se reapresenta às 15h30min desta sexta-feira no Olímpico. Fará o primeiro treino para o Gre-Nal.

 

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