Sem muitas justificativas para o resultado, o meia Branquinho e concordou com os protestos da torcida após o jogo

Falta de gols e derrotas em casa. Ingredientes principais do que pode ser chamado de crise. É com esse peso nas costas que o Atlético Paranaense saiu de campo, neste sábado, após perder para o Bahia por 2 a 0, na Arena da Baixada , afundando ainda mais na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O meia Madson acredita que o grupo vive um momento delicado, dificil de explicar.

"Não tem o que falar. Só a gente sabe o que está vivenciando. Ninguém aqui é otário e quer sair vaiado de campo. É uma coisa que não tem explicação", afirmou o jogador, que já adiantou que apenas grandes mudanças radicais podem modificar o panorama. "Agora é esperar o que vai acontecer depois deste resultado", completou.

O atacante Adaílton, que não encerrou seu jejum de gols, acredita que o primeiro gol marcado pelo Tricolor fez o time se desarrumar em campo. "O time da gente estava bem. Tomamos o gol e nos desorganizamos um pouquinho. Tentamos empatar e não conseguimos. Só o trabalho vai nos tirar dessa situação. O grupo está fechado e vamos buscar a primeira vitória", projetou.

Sem muitas justificativas para o resultado e para a fase atleticana, o meia Branquinho e concordou com os protestos da torcida após o apito final. "É dificil falar nesse momento. Nem eu sei qual é a solução. Temos que entrar mais focados. A equipe tomou o gol e se desestabilizou. Não fazemos o gol e estoura lá atrás. Nossa torcida tem o direito de vaiar. Temos que nos superar na busca pelo resultado".

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