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Futebol
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Jogador peruano forja sequestro e é expulso de clube

Além da história inventada, Manco já teria chegado embriagado a treinamentos e fugido de concentração

EFE |

O atacante peruano Reimond Manco, do Atlante, foi expulso da equipe mexicana após chegar alcoolizado a um treino e inventar que teria sido sequestrado, disse nesta sexta-feira o presidente do clube, José Antonio García.

No início deste ano, Somália, do Botafogo, também tinha se valido da mesma desculpa para justificar a ausência na reapresentação da equipe. E, assim como o jogador peruano, a mentira do brasileiro foi descoberta. No caso, o volante do clube carioca teve que pagar R$ 22 mil em cestas básicas.

O presidente do Atlante explicou que o peruano tinha aparecido alcoolizado há pouco mais de uma semana e, na época, a diretoria tinha deixado passar a indisciplina, mas agora, com a invenção do sequestro, eles optaram por desligar o atleta do elenco.

Manco tem antecedentes desse tipo em seu país. No ano de 2008, organizou uma festa antes de uma partida com vários jogadores e outra vez chamou uma mulher para a concentração da equipe que se preparava para o Sul-Americano sub-20 da Venezuela.

Segundo a imprensa, um dos escândalos mais famosos foi quando escapou de uma concentração da seleção no Panamá para ir a um cassino.

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