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Joel minimiza crise no Flamengo e defende Ronaldinho Gaúcho

Técnico rubro-negro diz que craque foi o melhor em campo e considera normal cobrança de Patrícia Amorim

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

A vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Vasco , na noite deste sábado, no Engenhão, serviu para diminuir a pressão sobre Ronaldinho Gaúcho , um dos principais alvos da torcidas durante a semana. O técnico Joel Santana apontou o camisa 10 como o principal destaque da equipe rubro-negra. Foi dele, inclusive, o gol de pênalti, nos acréscimos, dando números finais ao clássico.

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“Se toda a vez ele jogar o que fez hoje aqui, está legal. Mostrou liderança, mostrou ser um jogador diferenciado, eleito o melhor do mundo, campeão do mundo, e quando rende o que fez hoje, sabemos que pode nos ajudar. Amorteceu, dominou no peito e bola pra frente”, discursou Joel, defendendo o craque rubro-negro.

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Ronaldinho Gaúcho fez o gol da vitória
O treinador do Flamengo estava visivelmente tentando esconder o mal-estar que há hoje entre jogador, clube e torcida. Para Joel, Ronaldinho foi o melhor em campo, quem mais lutou e acabou premiado com o gol que deu a vitória e a classificação antecipada na semifinal da Taça Rio.

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Na véspera, contudo, o clima não era de amenidades. A presidente Patrícia Amorim se reuniu com os jogadores na concentração e, em tom de cobrança, pediu atitude. O time vai mal das pernas na Copa Libertadores, fazia campanha razoável no estadual até conquistar a vaga neste sábado e Ronaldinho, com rendimento abaixo do esperado e cobrando atrasados, dava sinais de insatisfação.

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Joel, para esconder a crise, afirmou que a conversa de sexta foi uma reunião de rotina. “Não houve nada. Treinamos, evitamos maiores comentários e procuramos não tocar no assunto. Sabemos que só temos a saída de vencer, no caso era vencer o Vasco e melhorar a produtividade depois dos 30, 35 minutos, quando vai chegando esse horário é um tormento. Não teve nenhuma preocupação especial com o Ronaldinho”, disse Joel, fazendo vista grossa para a crise e o encontro com Patrícia Amorim:

“As cobranças são normais, tomamos nove gols, perdemos aqui, deixamos escapar a vantagem, a direção tem todo o direito de conversar com os jogadores e saber o que está acontecendo. Isso é normal para quem quer ganhar”, completou o treinador

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