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Joel esclarece polêmica: 'Loco sempre pede para ficar por último'

Ordem nas cobranças de pênalti parte dos jogadores. Supersticioso, uruguaio gosta de ficar para o fim

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Derrota sempre vem seguida de polêmica. Após a eliminação nos pênaltis para o Flamengo, na semifinal da Taça Guanabara, o técnico do Botafogo, Joel Santana, tratou de defender Loco Abreu. O atacante uruguaio sequer participou das cobranças. Mas por ser o craque do time, foi cobrado. Por que não esteve entre os quatro primeiros batedores (Márcio Rosário, Éverton, Somália e Renato Cajá)?

O técnico carioca foi o único a aparecer na entrevista coletiva. Isso depois de mais de 40 minutos de espera. Sem que o atacante pudesse de defender, Joel esclareceu o critério para a escolha dos cobradores.

“Durante os treinamentos, sentimos quais são os jogadores mais preparados. São aqueles com o melhor aproveitamento. E na hora das cobranças, eles escolhem a ordem. Tem jogador que gosta de ser o primeiro, outros querem bater por último. O Loco, basta lembrar, sempre pede para ficar por último”, explicou o treinador.

De fato, o atacante uruguaio, supersticioso, sempre pede para ficar para o fim. O pênalti mais emblemático da sua carreira, ainda vivo na memória de quem acompanhou a Copa do Mundo da África, foi marcado contra Gana, nas quartas de final. Loco, além de gostar de ser o último, dá a famosa cavadinha.
 

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