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Jobson quebra silêncio depois de polêmica em Florianópolis: Não sou bandido

Como o meu passado é muito complicado, qualquer coisinha que eu faça vira uma coisona. Não fiz nada, desabafou

Gazeta Esportiva |

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Depois de ser acusado de se envolver em uma nova confusão em Florianópolis no último domingo, o atacante Jobson quebrou o silêncio após o empate com o Ceará e concedeu entrevista a uma emissora de rádio do Pará.

"Como o meu passado é muito complicado, qualquer coisinha que eu faça vira uma 'coisona'. O que aconteceu foi que estava no ônibus e o torcedor fez uma coisa que não gostei. No hotel, o policial disse que eu tinha que ir para a delegacia. Mas não fiz nada e não sou bandido", disse Jobson.

O jogador seguiu a entrevista ainda reclamando de uma possível perseguição. "É muito ruim. Existem pessoas que te colocam como polêmico. Tem gente que quer aparecer em cima disso. Mas não fico abalado, muito pelo contrário, isso me fortalece", comentou.

Jobson carrega o rótulo de jogador polêmico desde o fim do Campeonato Brasileiro do ano passado, quando foi pego no exame antidoping e ficou seis meses suspenso do futebol.

Ao ser liberado, o Botafogo, graças ao esforço do presidente Maurício Assumpção, contratou o atleta em um esforço para recuperá-lo de maneira social. Porém desde então existem especulações sobre uma possível vida conturbada de Jobson fora de campo, fato que pode acabar gerando a rescisão de seu contrato ao término do Campeonato Brasileiro.

Ainda sobre reformulação do elenco botafoguense, uma barca deverá deixar General Severiano com jogadores que não estão sendo aproveitados por Joel Santana. Casos, por exemplo, do lateral direito Jancarlos e do volante Elizeu.

Além disso, o clube negocia a renovação de contrato de jogadores que interessam e que têm vínculo somente até o fim do ano. Casos do lateral direito Alessandro, do zagueiro Antônio Carlos e do volante Somália. O meio-campista Lúcio Flávio segue com a situação indefinida, mas o mais provável é que deixe o Botafogo.

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