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Jael prefere atuar no Morumbi: "Cabem 70 mil, mas só dá 30 mil"

Atacante diz crer que a presença de público e a dimensão do estádio são-paulino seriam melhores para Lusa

Gazeta |

Principal esperança de gols da Portuguesa, Jael aprovou o fim da punição ao São Paulo, liberando o tricolor para mandar o jogo das quartas de final nas proximidades da capital. Só não gostou de saber que o estado do gramado no Morumbi impede a utilização do estádio, levando a disputa do decisivo confronto de domingo para a Arena Barueri.

"Eu, particularmente, preferia o Morumbi. Lá cabem 70 mil, mas só dá 30 mil", apontou o atacante, ciente de que a Arena Barueri, embora menor, deixa a torcida mais perto. "O campo do Morumbi é maior, o estádio é maior, não tem tanta pressão como em Barueri, onde os torcedores ficam muito próximos."

O meia Marco Antonio, que foi formado no São Paulo, concorda com a decisão da diretoria de seu ex-clube para privilegiar a qualidade da partida. "Quanto melhor o gramado, melhor o espetáculo", disse o jogador.

Ciente do ambiente que é criado no Morumbi, o meio-campista crê que o estádio tricolor estaria mais cheio do que estará a Arena Barueri, mas não atuar em casa, de acordo com ele, está longe de ser uma desvantagem para o concorrente à vaga na semifinal do Estadual.

"No Morumbi teria mais torcida e o São Paulo sabe jogar muito bem lá. Mas também, no ano passado, saímos atrás lá e ganhamos", apontou Marco Antonio, lembrando da vitória por 3 a 1 sobre o rival na primeira rodada do Paulistão do ano passado.

Em relação à maior proximidade dos torcedores são-paulinos, que serão maioria na Arena Barueri, o meia não prevê nenhuma influência. "Tem vez que você entra tão concentrado que nem sabe o que está lá fora. Motiva quando se está com a torcida a favor, mas o adversário muitas vezes nem percebe", contou.

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