Em entrevista à "Isto É Dinheiro", executivo explica motivo para banco recusar comprar os naming rights da arena do Corinthians

Verdadeira obsessão da diretoria do Corinthians , a venda dos naming rights da Arena do Corinthians - que segundo a expectativa dos dirigentes poderia arrecadar até R$ 400 milhões aos cofres do clube - poderá ser mais difícil do que imaginam os cartolas corintianos. Em entrevista à revista "Isto É Dinheiro", que está nas bancas esta semana, Márcio Alaor, vice-presidente do banco BMG, contou que foi procurado pela diretoria do clube para comprar os direitos do nome do estádio, mas não aceitou.

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"O Itaquerão vai ser sempre Itaquerão. Ninguém vai chamar o estádio de  BMGzão", disse Alaor, lembrando que o Corinthians queria R$ 350 milhões para ceder os direitos de batizar sua futura arena, que será palco do jogo de abertura da Copa do Mundo de 2014. “Ainda é muito complicado, porque a tevê não fala o nome do patrocinador”, disse o executivo.

Ele lembrou que o BMG - presente como patrocinador de camisas de vários clubes brasileiros em 2011 - batizou os certames estaduais de Minas Gerais e do Espírito Santo, mas o retorno não foi o esperado. Para 2012, de acordo com a "Isto É Dinheiro", o banco reduzirá de R$ 70 milhões para R$ 40 milhões o patrocínio esportivo.

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 O Corinthians vem travando uma verdadeira batalha junto aos meios de comunicação para evitar a popularização de apelidos para batizar a Arena do Corinthians. "Quando insistem em apelidar de Itaquerão não é bom jornalismo. Fazemos um apelo. Não acho que atrapalha [dar apelido para vender o nome], mas acho que agride, demonstra desprezo, irrita e só agrada as outras torcidas. Nós temos certeza que vamos prestigiar muito quem comprar essa propriedade", disse o diretor de marketing corintiano, Luís Paulo Rosenberg.

Veja como estão as obras do estádio do Corinthians:

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