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Invasão do Bahia fracassa e jogo termina em chapuletada

Músico esperava se apresentar para pelo menos 30.000 pessoas, mas apenas 4.939 pagaram ingresso

Gazeta Esportiva |

Ricardo Chaves está acostumado a cantar para públicos maiores. Contratado para animar os torcedores do Bahia no Morumbi neste domingo, na última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o músico esperava se apresentar para pelo menos 30.000 pessoas. Apenas 4.939 pagaram ingresso para assistir ao jogo contra o Bragantino. E ainda lamentaram uma derrota por 2 a 0.

"Tomamos uma chapuletada, mas temos que curtir!", gritou Ricardo Chaves, que subiu no gramado antes e depois do jogo. O cantor de axé conseguiu causar mais furor entre os presentes do que o time do Bahia. "Ficamos em terceiro no campeonato, mas tudo bem. Ser vice não é com o Tricolor. Nada vai esculhambar com a gente porque estamos na Série A!", vibrou.

O Bragantino contava justamente com essa euforia pelo acesso do Bahia para lucrar com a partida deste domingo. Tudo foi planejado pelos dirigentes para aumentar substancialmente a receita do confronto: alugaram o Morumbi, contrataram o torcedor e cantor Ricardo Chaves, convocaram os cerca de 800.000 baianos residentes em São Paulo para incentivar o adversário e fizeram promoção de ingressos. A renda de R$ 107.835, contudo, talvez não seja suficiente para arcar com as despesas da iniciativa.

Ainda assim, o técnico Márcio Araújo ficou satisfeito com o apoio dos baianos em São Paulo. "Só um clube grande como o nosso traz tanta gente do Nordeste para ver um jogo como esse", discursou. O Bahia estava em campo nos quatro jogos com os maiores públicos da Série B. Não foi o caso neste final de semana. Com a "chapuletada", os torcedores se entusiasmaram mais com o show de axé.

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