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Internacional volta a debater esquema tático: 4-4-2 ou 4-2-3-1?

Participe da enquete e escolha quantos atacantes o time gaúcho deveria utilizar no resto da temporada

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

O esquema tático volta a ser debatido no Inter . A opção de Falcão pelo 4-2-3-1 na derrota para o Peñarol por 2 a 1, que custou a eliminação na Copa Libertadores , acabou revivendo a discussão dos tempos de Celso Roth. O Inter até criou chances contra os uruguaios, mas Leandro Damião teve o seu jogo anulado. Ficou sozinho, em meio a um monte de uruguaios, acabou atuando de forma discreta.

Um dos motivos para a queda de Celso Roth foi a insistência com um esquema tática que se mostrava ineficiente em várias partidas. Jogando no 4-2-3-1 o treinador conseguiu triunfar na Libertadores de 2010 , passando pela fase semifinal e final. Mas logo em seguida ele perdeu Taison (vendido para a Europa) , peça fundamental para jogar pelos lados de campo, tentou inventar Rafael Sobis como meia-atacante aberto, e se via que o atacante não se sentia à vontade.

[]O Inter acabou fazendo uma discreta campanha no Brasileirão. Foi apenas o sétimo colocado, tendo o 11º melhor ataque e vendo Alecsandro ser uma das figuras mais contestadas do time. O grande problema é que o camisa 9 jogava isolado.

Roth testava o 4-4-2 nos treinos, aos poucos parecia que ia se rendendo ao esquema tático. Chegou a treinar em Abu Dhabi, às vésperas da estreia no Mundial de clubes, com dois atacantes. Na última hora isolou Alecsandro na frente e o Inter perdeu para o Mazembe , na semifinal da competição.

O treinador foi mantido e junto com ele a herança do esquema tático. Roth teimou em não mudar. Leandro Damião foi efetivado como titular e começou a empilhar gols, parecia que tudo ia bem. Por ironia do destino o treinador começou a balançar não por sua culpa, mas por causa da eliminação do time B no primeiro turno do Campeonato Gaúcho. Qual a ironia? Enderson Moreira também era adepto do 4-2-3-1 e fez uma campanha pouco empolgante: três vitórias, dois empates e uma derrota.

AFP
Falcão queria um futebol com alegria. Suas escolhas vão determinar se ele voltará a sorrir
Cinco dias depois do insucesso dos garotos, os titulares voltaram a campo. D´Alessandro estava machucado e pela primeira vez no ano o Beira-Rio viu um time com dois atacantes ( Cavenaghi e Damião). Também pela primeira vez no ano surgiu uma goleada: 4 a 0 . Porém, o treinador voltaria a adotar o atacante único, o Inter começaria a viver de altos e baixos e a derrota para o Jaguares, no México , foi a gota d´água. O time fez uma atuação de dar pena, pouco produziu no ataque. Roth foi demitido .

O interino André Doring resolveu colocar dois atacantes... Nova goleada: 6 a 2 no Canoas . Falcão manteve a ideia. Venceu os três primeiros jogos, empatou o seguinte. Escalou um atacante no Gre-Nal, quase perdeu. Repetiu a ideia no jogo de volta contra o Peñarol, a Libertadores se foi . Caberá a Falcão decidir qual o modelo adotar no restante da temporada. Nas últimas duas semanas ele chegou a treinar o time com três atacantes, mas ainda não colocou a estratégia em prática em uma partida oficial.

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