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Futebol
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Internacional pode ser o primeiro bicampeão mundial chancelado pela Fifa

Competição começa dia 8 de dezembro e equipe brasileira pode ser a única a conquistar duas vezes a competição desde que a Fifa passou a organizá-la. Conheça os concorrentes do time brasileiro

Marcel Rizzo, iG São Paulo |

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O Internacional viaja para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar se tornar o maior vencedor dos Mundiais chancelados pela Fifa. Desde 2000, quando a entidade passou organizar a competição (com hiato entre 2001 e 2004), seis equipes diferentes levantaram a taça. Entre eles está o Inter, o único que pode conquistar o bicampeonato na edição que começa dia 8 de dezembro no Oriente Médio.

Os gaúchos precisam, porém, encerrar sequência de títulos europeus que começou em 2007, um ano depois de o Inter bater o Barcelona no Japão. Milan, em 2007, Manchester United, em 2008, e Barcelona, em 2009, levantaram a taça batendo na decisão sempre times sul-americanos. Até hoje, nunca um time de outro continente chegou à decisão do Mundial patrocinado pela Fifa.

Getty Images
Fernandão levanta a taça de campeão do mundo em 2006, depois de vitória sobre o Barcelona

Até 2004, os vencedores da Liga dos Campeões e da Libertadores se enfrentavam em um único jogo, realizado no Japão a partir de 1981 (antes eram dois jogos, um em cada país dos finalistas), para decidir o melhor time do mundo. O confronto, chamado de Interclubes ou Intercontinental, teve como maiores vencedores cinco equipes, com três títulos cada: Peñarol e Nacional, ambos do Uruguai, Real Madrid, da Espanha, Milan, da Itália, e Boca Jrs, da Argentina. Entre os então tricampeões, somente o Milan repetiu a conquista no Mundial da Fifa, além do São Paulo bicampeão no Japão e campeão pela Fifa em 2005. Grêmio, Flamengo e Santos foram os demais brasileiros campeões do Interclubes.

Como é de praxe, europeus e sul-americanos foram os cabeças de chave do Mundial de Abu Dhabi e estão em lado opostos da tabela. Já entram na semifinal, e para serem campões fazem dois jogos. No sorteio da edição 2010, os donos da casa (Al-Wahda), os campeões da Oceania (Hekari United, de Papua-Nova Guiné) e os asiáticos (o Seongnam Ilhwa Chunma, da Coreia do Sul) caíram do lado italiano. O melhor das Américas do Norte e Central (o mexicano Pachuca) e o africano (Mazembe, da República Democrática do Congo) podem ser rivais do Inter.

Analiso nossa chave um pouco mais complicada. Os mexicanos estão em alta e os africanos sempre são perigosos, analisou o técnico Celso Roth.

Os jogos vão acontecer em dois estádios de Abu Dhabi, o Mohamed Bin Zayed e o Zayed Sports City. Quase todos os monumentos na cidade têm o nome do xeique Mohammad bin Zayed Al Nahyan, que comanda o emirado.

Veja abaixo quais são os destaques dos sete participantes da competição:

INTERNACIONAL (Brasil)
O Internacional também é uma grande referência fora do país. Desta maneira, a Fifa, em seu site oficial, apresenta o representante da América do Sul, e do Brasil, no Mundial de clubes da Fifa. Para um clube que viveu anos à sombra do rival Grêmio, que havia conquistado títulos da Libertadores e um Interclubes, a primeira década do Século XXI é mais do que especial para o Inter.

Os títulos das duas Libertadores, 2006 e 2010, e o Mundial de 2010, vencendo o Barcelona na final em Yokohama, no Japão, fizeram do clube gaúcho o brasileiro mais vitorioso fora do país na década. Juntando com o domínio nacional nos anos 70, quando foi três vezes campeão nacional, o Inter se consolidou como um dos mais vitoriosos do Brasil em todos os tempos.

Para tentar o bicampeonato mundial e deixar o rival de vez para trás, o Inter manteve base campeã da Libertadores. O técnico Celso Roth  tinha dúvida sobre quem seria o goleiro titular. Ele revezou Renan, Abbondanzieri e Lauro nas rodadas finais do Brasileiro, mas se a numeração da inscrição for seguida à risca, e não apenas um despiste, Renan será o titular.

A perda de Sandro, vendido ao Tottenham da Inglaterra, foi reposta ainda no primeiro semestre, com a chegada de Tinga. Somando-se isso à juventude de Giuliano, à malandragem argentino DAlessandro e aos gols de Sóbis e Alecsandro, Roth imagina ter um time forte para bater de frente com a Internazionale ¿ claro, se ambos avançarem à final como é esperado.

Favoritismo se confirma, ou não, em campo. Antes de uma final temos uma semifinal que deve ser complicada. O time está preparado, e isso é o ideal, disse Roth.

Fundação: 1909
Cidade: Porto Alegre (1,4 milhão de habitantes)
Principais Títulos: Campeão Mundial da Fifa em 2006
Campeão da Libertadores em 2006 e 2010
Copa Sul-Americana em 2008
Campeão Brasileiro em 1975, 1976 e 1979
Campeão da Copa do Brasil em 1992
Campeão gaúcho em 1927, 1934, 1940, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947, 1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1955, 1961, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1981, 1982, 1983, 1984, 1991, 1992, 1994, 1997, 2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009
Mundial de Clubes da Fifa: Campeão em 2006
Presidente: Vitório Piffero
Técnico: Celso Roth (Brasil)

INTERNAZIONALE (Itália)
A Inter disputa pela primeira vez o Mundial de clubes com a chancela da Fifa. No Interclubes teve duas conquistas, em 1964 e 1965. A conquista da Liga dos Campeões ao final da última temporada acabou com jejum de 45 anos sem conquistar o principal torneio europeu.

AP
Massimo Moratti e Rafa Benitez na entrevista coletiva para falar sobre o Mundial de Clubes da Fifa

A Inter é o principal rival do Internacional brasileiro no torneio. E terá um caminho teoricamente mais fácil, já que se livrou de mexicanos e africanos. Para chegar à decisão, terá que passar por Al-Wahda ou Hekari ou os coreanos do Seongnam Ilhwa Chunma.

E para quem imagina que os poderosos italianos não estão ligando para o Mundial, o técnico Rafa Benítez inscreveu seus principais jogadores. Estão lá os brasileiros que ajudaram na conquista da Tríplice Coroa (Italiano, Copa da Itália e Liga dos Campeões), Júlio César, Maicon e Lúcio, além de Thiago Motta, que hoje é titular.

A revelação Philippe Coutinho, machucado, não vai viajar para os Emirados. Benitez substituiu o português José Mourinho, que deixou Milão para comandar o Real Madrid.

A aposta é que jogadores como o holandês Sneijder, o camaronês Eto e o argentino Zanetti brilhem. Desde 2006, quando o Internacional foi campeão, sempre um europeu levantou a taça (Milan, Manchester United e Barcelona).

O torneio é importante, porque você tem a Fifa como patrocinadora. É um título inédito para o clube, e conquistas assim são sempre importantes, disse o meia Sneijder.

Fundação: 1908
Cidade: Milão (1,3 milhão de habitantes)
Principais Títulos: Campeão italiano em (1909-10, 1919-20, 1929-30, 1937-38, 1939-40, 1952-53, 1953-54, 1962-63, 1964-65, 1965-66, 1970-71, 1979-80, 1988-89, 2005-06,2006-07, 2007-08, 2008-09 e 2009-10
Copa da Itália em (1938-39, 1977-78, 1981-82, 2004-05, 2005-06 e 2009-10)
Mundial interclubes em 1964 e 1965
Liga dos Campeões: 63-64, 64-65, 2009-2010
Copa da Uefa em 1990-91, 1993-94 e 1997-98
Mundial de Clubes da Fifa: Nunca disputou
Presidente: Massimo Moratti
Técnico: Rafa Benitez (Espanha)

TP MAZEMBE (RD Congo)
O bicampeão africano pode ser o adversário do Internacional na semifinal do Mundial, desde que vença o Pachuca-MEX. O Todo Poderoso Mazembe (ou Tout Puissant, em francês, língua oficial da República Democrática do Congo) tem quatro títulos continentais, também foi bi em 1967 e 1968, e com a Recopa que levantou em 1980 se tornou o clube com mais conquistas do continente, apesar do hiato de mais de 40 anos sem a principal taça africana.

Pode parecer estranho uma equipe do Congo ser a força continental, já que a seleção local aparece apenas na posição número 129 no ranking mundial da Fifa e é o 35° no ranking continental. Está atrás, por exemplo, de Zimbábue e Tanzânia, países que a seleção brasileira enfrentou na preparação para a Copa do Mundo ¿ e demonstraram enorme fragilidade. A RD Congo participou somente de uma Copa de seleções, em 1974, quando ainda se chamava Zaire.

O sucesso do Mazembe se deve a Moise Katumbi, governador da província de Katanga e dono do clube. Político de 46 anos importante no país, comanda o Estado ao sul do país de forma curiosa: tira dinheiro do próprio bolso, por exemplo, quando vê algum necessitado na rua. Também já construiu hospitais e escolas. O que não faz estranhar o investimento de quase R$ 8 milhões para montar o Mazembe para ser campeão africano e, por que não, Mundial.

A imprensa local publicou que, por jogo na Copa dos Campeões da África, Katumbi desembolsava R$ 20 mil por atleta. A estrela do time, o atacante congôles Mabi Mputo, recebe mais de R$ 25 mil por mês, salário absurdo para os padrõs africanos. A agressão a um árbitro, porém, deixará a estrela fora do Mundial. Ele foi suspenso de jogos internacionais por uma ano, em maio.

Sem Mputu, a esperança é o atacante de 21 anos Deo Kanda, da República Democrática do Congo. Ele fez gols nas finais contra o Esperance, da Tunísia, na decisão da Copa Africana. Além dele, são destaques o goleiro Kidiaba, o meia Ekanga e o atacante Singuluma.

Fundação: 1939
Cidade: Lubumbashi (1,5 milhão de habitantes)
Principais Títulos: Campeão africano em 1967, 1968, 2009 e 2010
Campeção da Recopa africana em 1980
Campeão da RD Congo em 1966, 1967, 1969, 1976, 1987, 2000, 2001, 2006, 2007 e 2009
Campeão da Copa do Congo em 1966, 1967, 1976, 1979 e 2000
Mundial de Clubes da Fifa: 6° em 2009
Presidente: Moises Katumbi
Técnico: Lamine N'Diaye (Camarões)

PACHUCA (México)
O domínio do Pachuca no torneio regional da Concacaf (Federação que engloba as Américas do Norte e Central) é tão grande que os mexicanos participam em 2010 pela terceira vez do Mundial da Fifa. Será a equipe que mais vezes jogou a competição (2007 e 2008). Pode ser rival do Inter na semifinal se passar pelo Mazembe.

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Jogadores do Pachuca antes de enfrentarem o Chivas USA, nos EUA. Com a 11 o capitão Bráulio Luna

Fundado em 1901, o Pachuca foi por anos uma equipe intermediária do México, disputando apenas divisões inferiores. Depois de acessos e descensos quase contínuos, a sorte começou a mudar no final dos anos 90, quando a prefeitura local, tentando incentivar o turismo na cidade, passou a investir no futebol.

Jogadores como o meia Galindo, destaque mexicano na Copa de 1994, foram contratados e levaram o Pachuca ao primeiro título nacional, em 1999. Depois deste foram mais quatro, todos nos anos 2000, o que consolidou a hegemonia do Pachuca. Em 2006, a equipe conquistou a Copa Sul-Americana, torneio organizado pela Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol). Foi a única equipe mexicana, país que também disputa a Libertadores, a vencer uma competição da América do Sul.

Eu me comprometo a continuar vencendo. Este é o projeto e o meu objetivo. Quero chegar da melhor maneira a este Mundial, que será fundamental para a instituição, disse o técnico argentino Pablo Marini quando foi apresentado, em agosto.

Os destaques do time são o goleiro colombiano veterano Miguel Calero, de 39 anos, o meia argentino Manso, de 31 anos, ex-LDU, do Equador, e o atacante paraguaio Edgard Benitez, 23, destaque na Copa do Mundo de 2010. O  Paraguai chegou até as quartas-de-final e só parou na campeã Espanha.

Fundação: 1901
Cidade: Pachuca (267 mil habitantes)
Principais Títulos: Campeão mexicano em 1999 (Invierno),  2001 (Invierno), 2003 (Apertura), 2006 (Clausura) e 2007 (Clausura)
Campeão Copa dos Campeões da Concacaf  em  2002, 2007, 2008 e 2009-2010
Campeão da Copa Sul-Americana em 2006
Mundial de Clubes da Fifa: 6° em 2007 e 4° em 2008
Presidente: José de Jesús Martinez
Técnico: Pablo Marini (Argentina)

AL-WAHDA (Emirados Árabes Unidos)
Representante do país-sede, o Al-Wahda é o único time que jogará o Mundial que nunca venceu o torneio continental. Foi o campeão dos Emirados Árabes em 2010 e por isso carimbou vaga. Coincidentemente, tem como sede o emirado de Abu Dhabi, palco do Mundial, um dos sete que compõem o país.

Dos sete times participantes, é um dos três que terá jogador brasileiro (o Internacional, claro, e a Inter de Milão são os outros dois). Destaque para o atacante Fernando Baiano, ex-Corinthians e Inter que é o principal artilheiro da equipe, e para o volante Magrão, ex-Palmeiras e Inter ( leia aqui entrevista com Fernando Baiano e sua vida no Oriente Médio ).

Por pouco um treinador brasileiro também não comandaria o Al-Wahda. Tite era o treinador até receber o convite do Corinthians, em outubro, e conseguir a liberação para comandar o time paulista na disputa pelo título brasileiro. Em seu lugar assumiu o austríaco Josef Hickersberger, que já treinou a seleção da Áustria.

Fundado em 1984 com a união de alguns clubes de Abu Dhabi, o Al-Wahda sempre teve o apoio dos xeques que comandam o emirado, o clã Zayed (o governo é independente em cada um dos sete emirados). Com muito dinheiro para gastar, contratou jogadores e treinadores estrangeiros para concorrer com os rivais de Dubai e conquistou quatro títulos nacionais e duas Copas.

Fundação: 1984
Cidade: Abu Dhabi (1,9 milhão de habitantes)
Principais Títulos: Campeão dos EAU em  1999, 2001, 2005, 2010
Campeão da Copa do Presidente em 2000
Campeão da Super Copa em 2002
Mundial de Clubes da Fifa: Nunca disputou
Presidente: Saeed Bin Zayed Al-Nahyan
Técnico: Josef Hickersberger,(Áustria)

HEKARI UNITED (Papua-Nova Guiné)
Último lugar no ranking Fifa, o 203°, com zero ponto. Esta é a posição de Papua-Nova Guiné, que pela primeira vez terá um representante em um torneio oficial da Fifa. O Hekari United conquistou o título de campeão continental ao bater o Waitakere, da Nova Zelândia, na decisão. Os neozelandeses não são craques, mas ocupam a 59° posição do ranking Fifa e disputaram a última Copa do Mundo, na África do Sul.

Papua-Nova Guiné é um país formado por ilhas e arquipélagos que tem quase 6 milhões de habitantes e a maior parte territorial está situado no oriente da ilha de Nova Guiné. Não tem tradição esportiva, por isso é surpreendente que o Hekari tenha batido o rival neozelandês na decisão (os australianos, desde 2006, fazem parte da Confederação Asiática).

Fundado em 2003 com o nome de PRK Souths United, o Hekari é bancado pela Petroleum Resources Kutubu Limited, que explora os campos de petróleo na região de Kutubu. Com mais dinheiro para investir do que os times locais, e até times de outros países da Oceania, o Hekari logo se transformou na grande força da região, com exceção aos neozelandeses.

Os principais jogadores da equipe não são de Papua-Nova Guiné, que tem um futebol amador. Fa'arodo e Gideon Omokirio (das Ilhas Salomão) e Pita Bolatoga e Tuimasi Manuca (ambos de Fiji) são os destaques. Obviamente não são países com tradição no futebol, mas que pelo menos pontuam no ranking Fifa (Fiji é o segundo melhor país do continente, em 143°. Ilhas Salomão está em 178°). O único destaque de Papua é David Muta, que recentemente foi incluido em seleção da Oceania que fez um amistoso contra o Los Angeles Galaxy de David Beckham.

Fundação: 2003
Cidade: Port Moresby ( 307 mil habitantes)
Principais Títulos: Campeão de Papua-Nova Guiné em 2006, 2007/08, 2008/09, 2009/10
Campeão da Liga da Oceania em 2010
Mundial de Clubes da Fifa: Nunca disputou
Presidente: John Kapi Natto
Técnico: Jerry Allen (Ilhas Salomão)

SEONGNAM ILHWA CHUNMA (Coreia do Sul)
O maior vencedor da Liga Coreana, com sete títulos nacionais, tem apenas 21 anos de história. O Seongnam Ilhwa Chunma foi fundado em 1989 e é bancado pela Ilhwa, empresa que produz Ginseng, o alimento natural feito da planta chinesa que faz sucesso no mundo todo. Chunma significa na língua local cavalo alado, o que seria o nome oficial da equipe.

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De amarelo, Ognenovski comemora gol do Seongnam Ilhwa Chunma na final da Liga da Ásia contra o iraniano Zobahan

O Chunma nasceu em Seul, capital sul-coreana, mas acabou migrando forçadamente para Cheonan, pequena cidade a nordesde da capital. O pedido foi feito pela federação local, em 1996, que queria espalhar o futebol pelo país às vésperas de disputar a candidatura para ser sede, ao lado do Japão, da Copa do Mundo de 2002. O Chunma e outros dois times foram para Cheonan com a promessa de que depois da Copa voltariam para Seul. Não voltaram. O Chunma preferiu migrar para Seongnam, nona maior cidade da Coreia e que faz parte da Grande Seul.

Os títulos, que haviam acabado quando o time esteve em Cheonan, voltaram, principalmente porque o estilo ofensivo da equipe, obra do primeiro técnico, Park Jong-Hwan, passou a ser obrigatório pelo estatuto. Atualmente, a base da equipe é formada por jogadores sul-coreanos, o que difere de alguns outros participantes do Mundial.

Apenas três jogadores são estrangeiros: o capitão Ognenovski, zagueiro asutraliano, o atacante de Montenegro D¿enan Radončić e um velho conhecido do futebol brasileiro, o colombiano Molina. O meia se destacou na Libertadores de 2006 no Independiente Medellín e acabou sendo contratado pelo Santos, no qual decepcionou.

Alguns brasileiros já defenderam o Chunma, como os atacantes Itamar, ex-Palmeiras, Mota, ex-Cruzeiro, e Dudu, também ex-Cruzeiro. O boliviano Juan Carlos Arce, que passou pelo Corinthians em 2007, também jogou no campeão asiático.

Fundação: 1989
Cidade: Seongnam ( 1,07 milhões de habitantes)
Principais Títulos: Campeão a Coreia do Sul em 1993, 1994, 1995, 2001, 2002, 2003, 2006
Campeão da Copa da Coreia em 1999
Campeão da Supercopa da Coreia em 2002
Campeão da Copa dos Campeões da Ásia em 2010
Mundial de Clubes da Fifa: Nunca disputou
Presidente: Park Kyu-Nam
Técnico: Shin Tae-Yong (Coreia do Sul)

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