Aod Cunha teve dificuldades para implantar as suas ideias no futebol pra enxugar os custos do time

No fim da tarde de terça-feira, através de seu site oficial, o Inter confirmou a saída do executivo-chefe, Aod Cunha, do clube. O dirigente foi contratado no começo do ano, quando o presidente Giovanni Luigi assumiu o comando da entidade. O dirigente ficará no Beira-Rio até o fim do mês, facilitando o processo de transição, além de seguir colaborando de maneira não remunerada.

Aod ganhou destaque como secretário da fazendo do Rio Grande do Sul no governo de Yeda Crusius, colocando as contas do Estado em dia. Apesar de inúmeras propostas do meio empresarial, ele aceitou a função inovadora no futebol brasileiro por ser colorado de coração.

Seu objetivo no Inter era similar ao enfrentado na política. Ele chegou com a missão de enxugar os custos, tornando o saldo do caixa do clube positivo no final da temporada. Porém, as tentadoras propostas continuaram surgindo. Além delas, as dificuldades para implantar as suas ideias no viciado mundo do futebol frustraram Aod, mesmo que ele não fale no assunto abertamente.

O presidente Giovanni Luigi considera a função vital para a boa saúde financeira nos próximos anos e o Inter irá ao mercado para contratar um substituto.

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