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Inter negociou com outros quatro nomes antes de chegar em Dorival

Busca de um substituto para Falcão foi marcada por rejeições, planos frustrados e reviravoltas

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Poucas vezes a busca por um treinador teve tantas idas e vindas. Dorival Jr., anunciado na sexta-feira como novo técnico do Inter, sempre foi um nome que agradou os dirigentes gaúchos, mas não foi o primeiro nem o segundo contato, e chegou a ser deixado de lado.

Falcão foi demitido dia 18 de julho. Foram 25 dias de negociações, tentativas frustradas, esperanças que foram pelos ares, até que, enfim, o clube gaúcho conseguiu anunciar seu novo contratado. Com base em todas as informações colhidas neste quase um mês, o iG apresenta a cronologia de o que aconteceu no Inter nas últimas semanas.

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18 de julho: O trabalho de Falcão já não agradava há algum tempo. A derrota de 3 a 0, dentro de casa, para o São Paulo, foi a gota d´água. O presidente Giovanni Luigi demitiu o treinador. Imaginava a rápida contratação de um substituto, dando um prazo de dois dias para acontecer.

Dunga era o nome preferencial. O clube já havia sondado o ex-comandante da seleção brasileira quando Falcão ainda estava no cargo. Logo soube que Dunga não tinha muita vontade de trabalhar em 2011.

Cuca foi o escolhido. Ele havia sido demitido do Cruzeiro, estava desempregado, tratava-se de uma negociação fácil. O contato foi feito e o acerto se aproximou. A chegada de Fernandão para o cargo de diretor técnico mudou o rumo. O novo dirigente pediu mais tempo para que o mercado fosse analisado. A rejeição da torcida também contribuiu muito.

Mowa Press
Ney Franco foi contatado

As opções foram ficando escassas. O bom desempenho na Copa Audi acabou abrindo os olhos dos dirigentes para uma possibilidade de efetivar o interino Osmar Loss.

Mowa Press
Ney Franco foi contatado
Porém, em paralelo, o clube buscava informações de dois técnicos empregados. Ney Franco, da seleção brasileira sub-20, e Dorival Jr., então no Atlético-MG. Os mineiros logo fecharam a porta, dizendo que não liberariam Dorival. O horizonte se abriu para Ney Franco, e o Inter chegou a apostar que daria certo, mas não fechou, a CBF não liberava Ney.

A partir daí, o clube viveu um hiato. Tropeços do time fizeram recuar na ideia de efetivar Loss. Os dirigentes tiveram que pensar mais longe, chegaram a sondar Abel Braga – nenhuma chance de sair do Fluminense. O nome de Paulo Autuori foi sugerido, agradou, e o clube foi atrás.

Depois de abrir negociação com Autuori, Dorival foi demitido do Atlético-MG. Os gaúchos viram ali a possibilidade de acabar com a espera, mas não poderiam regredir no contato com o técnico do Al-Rayyan. Autuori tentou até o último momento a liberação, uma brecha de que conseguiria chegou a surgir, mas não deu.

Após a negativa, Dorival foi a alternativa restante. Os dirigentes embarcaram para Florianópolis e bastaram poucas horas de conversa para que o martelo fosse batido.

O novo treinador pediu o fim de semana para organizar a vida. Será apresentado na terça-feira, estreando na quarta, contra o Botafogo, no Beira-Rio.

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