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Ingressos vendidos são argumentos do Corinthians para ter mando de volta

Corinthians alega já ter vendido entradas para a partida contra o Vasco, dia 28. Clube recorre nesta quinta de decisão do STJD

Bruno Winckler, iG São Paulo |

O Corinthians entrará nesta quinta-feira com um efeito suspensivo contra a decisão do STJD que puniu o clube com a perda de um mando de campo a ser cumprida na partida contra o Vasco, no dia 28. O clube argumenta que já vendeu cerca de 10 mil ingressos para sócio-torcedores e que por isso não poderia alterar o local do jogo com entradas já compradas.

Não podem ferir o estatuto do torcedor desta forma. O STJD precisa respeita o torcedor que já tem seu ingresso para essa partida adquirido, disse o advogado do Corinthians, João Zanforlin.

O advogado disse ainda que o Corinthians não poderia pagar pela ação de torcedores palmeirenses. Foi pelos atos de vandalismo de torcedores do rival corintiano no clássico do último dia 24 de outubro que o tribunal puniu o Corinthians, mandante da partida, com a perda de um mando. O Palmeiras pegou dois jogos, um deles inclusive, contra o Fluminense, concorrente direto do Corinthians na luta pelo título.

Não se pode abrir esse precedente para que torcedores rivais façam arruaça na casa do mandante e este pague por estes atos. É muito perigoso isso, disse Zanforlin.

O receio do torcedor do advogado corintiano já pode ser visto nos fóruns de corintianos em sites de relacionamento na internet. Alguns sugerem que podem fazer algo parecido para obrigar o Fluminense a pagar na mesma moeda. Como isso poderia ser feito? De acordo esses torcedores, como o Fluminense joga contra o Goiás, domingo, no Engenhão, corintianos poderiam ir infiltrados na torcida do time goiano previamente intencionados a gerar tumulto. Se for coerente, o STJD teria de punir o Fluminense com a perda de um mando na partida contra o Guarani, na última rodada. É isso que o Corinthians teme. A decisão foi um absurdo e a gente espera que ela seja revertida para não motivar outros tipos de ações como esta, disse Zanforlin.

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