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Ilsinho ganha moral e pode ser até lateral-esquerdo em 2011

Jogador teve sua melhor atuação pelo São Paulo na goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-MG na última rodada do Brasileirão

Levi Guimarães, iG São Paulo |

O lateral-direito Ilsinho estava muito próximo de terminar o ano como uma das grandes decepções da torcida são-paulina na temporada. Mas uma grande atuação na vitória por 4 a 0 sobre o Atlético-MG no último domingo aumentou as esperanças de que ele possa voltar a ser útil para o time em 2011.

Graças aos muitos desfalques que o técnico Paulo César Carpegiani teve para o último jogo do ano, Ilsinho finalmente foi escalado na linha do meio de campo, posição à qual o jogador sempre disse ter se adaptado melhor desde que voltou da Ucrânia. Mas, pensando no ano que vem, o treinador pensa em testar um posicionamento ainda mais diferente para o lateral-direito.

Queria colocar o Ilsinho na lateral-esquerda, porque pelo conhecimento que ele tem da lateral poderia buscar aquela solução. Não tentei porque ele estava muito bem ali no lado direito. Não tive a oportunidade de fazer essa experiência, não tive essa visão antes, mas talvez faça isso no começo do próximo ano, disse Carpegiani após a partida contra a equipe mineira.

Se o deslocamento para a esquerda pode acontecer em 2011, realmente parece ter sido acertada a decisão de não tirar Ilsinho do meio de campo contra o Atlético-MG. Depois de oito jogos apagados desde seu retorno ao São Paulo, ele finalmente teve uma grande atuação, marcando o gol que abriu o placar, dando uma assistência e alcançando outros números positivos.

Segundo o Footstats, o camisa 77 teve um total de quatro finalizações, duas certas e duas erradas, na partida do último domingo. Em todas as partidas anteriores, ele tinha tentado apenas uma conclusão a gol, que foi para fora. O gol marcado e a assistência também foram os primeiros no Brasileirão.

Outros números que mostram a maior participação do jogador nesta partida do que na média dos jogos anteriores foram os totais de passes e tempo de posse de bola. Ele acertou 24 passes e errou 4, contra uma média de 14 e 1,5 respectivamente. Já o tempo de domínio da bola foi de um minuto e dois segundos. Pode parecer pouco, mas é uma marca consideravelmente maior que a média do Brasileirão, de apenas 39 segundos por jogo.

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