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Hulk marca, mas Porto só empata com APOEL e estaciona na tabela

Time português jogou em casa e conseguiu sair na frente, mas sofreu o empate e decepcionou sua torcida

Gazeta |

O pouco conhecido APOEL segue surpreendendo na Liga dos Campeões. Depois de vencer o Zenit e empatar com o Shakhtar, o time de Chipre arrancou o 1 a 1 do Porto, no Estádio do Dragão. Os portugueses saíram na frente com gol de Hulk, mas o rival empatou pouco depois, com Aílton.

Com a igualdade, o APOEL foi a cinco pontos e manteve a liderança do Grupo G. Atrás vem o Zenit, com quatro. Com a mesma pontuação dos russos, os "Dragões" ficam na terceira colocação devido ao saldo de gols. A lanterna é do Shakhtar Donetsk, que ainda não venceu na competição.

Na próxima rodada, Porto e APOEL voltam a se enfrentar, desta vez no Chipre. A partida, válida pela quarta rodada da fase de grupos, está marcada para o dia 1º de novembro.

O jogo
O Porto começou assustando, principalmente em dois chutes de Kléber, que voltava à equipe após 20 dias afastado por lesão no ombro. O placar quase foi inaugurado pelos anfitriões aos 13 minutos, quando, após bate e rebate na área, Poursait apareceu para evitar que a bola entrasse na meta do APOEL.

Mas a torcida do Dragão nem teve tempo para lamentar. No lance seguinte, o árbitro marcou falta para o Porto na intermediária. Hulk mandou direto para o gol e contou com a falha do goleiro Chiots para ver a bola morrer no fundo da rede.

A festa no Estádio do Dragão durou apenas seis minutos. Aos 19, Aílton disparou pelo meio, passou por Fernando e chutou colocado, sem chance de defesa para Helton. O defensor do Porto não esteve bem, e quase permitiu que os visitantes marcassem o segundo, aos 30 minutos, quando perdeu disputa de bola com Oliveira, que mandou de cabeça para fora, com muito perigo.

Fernando, porém, pôde se recuperar em seguida. Em novo embate com Aílton, o portista levou a melhor e impediu que o adversário ficasse mais uma vez de cara para o gol. Assustado com a postura ofensiva dos cipriotas, o Porto incomodou pouco. A exceção foi Kleber, que aos 42 minutos cabeceou com perigo, para defesa em dois tempos de Chiots.

Na etapa final, os brasileiros se destacaram pelos Dragões. Primeiro com Hulk, que avançou pela direita e disparou uma bomba, rente à trave adversária. Depois foi a vez de Kléber arriscar, para boa intervenção de Pardo, que substituiu Chiots, lesionado, após o intervalo.

O APOEL voltou a crescer na partida. Otamendi perdeu a bola próximo à área para Nuno Morais, e viu Helton fazer grande defesa para salvar a equipe. Na saída de bola, a jogada chegou até Hulk, eu usou seu típico chute cruzado para assustar. A pelota ainda bateu na trave antes de sair para a linha de fundo.

O Porto ensaiou uma pressão no final do duelo, sempre com o atacante brasileiro. Hulk tentou de cabeça, mas mandou por cima do gol. Ele também arriscou de fora da área, sem sucesso, antes de ouvir o apito final do árbitro.

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