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Futebol
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Homem forte do futebol do Inter se diz envergonhado e prevê mudanças

Fernando Carvalho não elegeu culpados, mas situação de Celso Roth está indefinida e alguns jogadores foram mal avaliados no segundo semestre

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

Quase ao mesmo tempo, o presidente do Inter, Vitório Píffero, e o vice de futebol, Fernando Carvalho, apareceram na sala onde foi realizada a zona mista (setor onde todos da delegação são obrigados a passar e falam se quiser). A maioria dos jornalistas se dirigiu a Carvalho, que apesar de ser vice é quem manda no futebol do Internacional. O time brasileiro perdeu por 2 a 0 para o africano Mazembe (da RD do Congo), nesta terça-feira, e está fora da decisão do Mundial de clubes.

Estamos envergonhados. Não devemos colocar a culpa em uma só pessoa. Jogadores, técnico, comissão, todos estão no mesmo barco. Estou frustrado, abatido, mas temos que ressaltar a boa partida do Mazembe e que não tivemos uma noite (em Abu Dhabi) feliz, disse Carvalho.

Ele não quis especular sobre futuro do time, mas admitiu que serão feitas mudanças. Celso Roth, que tem contrato finalizando no fim de dezembro, tem situação indefinida. Abel Braga, que treina o Al Jazira, coincidentemente time dono do estádio que o Inter perdeu nos Emirados Árabes Unidos, quer voltarão Brasil,mas por enquanto é complicado. Alguns jogadores que não renderam na decisão também estão na corda bamba.

Não vou falar nome, nada com a cabeça quente. Não motivo para eu considerar menos o Celso Roth por causa desse resultado. Mas vocês vão perceber, devagarzinho, algumas mudanças que ocorrerão, disse Carvalho.

Ele deixaria o comando do futebol no começo de janeiro, quando Piffero vai dar lugar a Giovanni Luigi, presidente eleito no início de dezembro.  A pedido dos jogadores, que se reuniram com ele no hotel no qual a delegação está hospedada em Abu Dhabi, Carvalho topou ficar mais seis meses como assessor de Roberto Siegmann, que vai assumir o cargo. Na verdade Carvalho continuará mandando.

Temos que pedir desculpa aos torcedores. Mas avalio como positiva minha presença na presidência. E só perde quem se classifica para o Mundial, disse Píffero, também abatido.

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