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História, gramado e movimentação são as armas do Grêmio

Jogadores e Renato Gaúcho apostam nesta trinca para eliminar o Liverpool na Libertadores

Hector Werlang, iG Porto Alegre |

Os jogadores e o técnico Renato Gaúcho mostram confiança em eliminar o Liverpool, esta quarta-feira, às 22h, no Olímpico, e ir adiante na Libertadores. O sentimento está baseado numa trinca de fatores: sonham fazer história no Grêmio, aproveitarão o bom gramado do Olímpico e apostam na intensa movimentação para superar uma provável retranca uruguaia.

Desde a partida em Montevidéu, na semana passada, Renato motiva o grupo gremista contando histórias. Afinal, na época de jogador, ajudou o Grêmio a ser campeão da América em 1983 pela primeira vez. O primeiro jogo da final foi o estádio Centenário, o primeiro desta caminhada em busca do tri.

Então, após o treino de reconhecimento do histórico campo, o treinador ficou admirando o local. Relembrando aquele suado 1 a 1 com o Peñarol. Não demorou par alaguem vir perguntar...

“Disse que tinha feito história naquele estádio. Eles ficaram com os olhos arregalados. Não é para menos. Depois aquele grupo maravilhoso ainda foi campeão do mundo, o maior título do clube até hoje”, recordou Renato.

A história tocou a todos e com Douglas não foi diferente. Apesar de admitir que a equipe ainda precisa crescer, o meia, a referência técnica deste time, vibrou com a possibilidade de fazer o que mais sabe: tocar a bola, lançar e tabelar com os companheiros num gramado que permita isto.

“No Olímpico, o domínio de bola não irá atrasar as jogadas”, explica o atleta.

Renato chegou até a brincar com a situação:

“Lá, eu deixei passar. Aqui, no melhor gramado do Brasil, quem dominar com a canela não poderá mais jogar no Grêmio”.

Com maior velocidade, o time gaúcho espera que a movimentação de seus atacantes supere a forte marcação do rival. Douglas também pediu passagem dos laterais além de Lúcio e Adilson. Há necessidade, especialmente dos atacantes, de evitar o impedimento.

“Eles jogam em linha. Para mim é muito fácil. Mas depende do atacante também. Ele precisa dar opção, se não for inteligente, não funciona”, afirmou.

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