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Futebol
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He-Man admite insatisfação, mas nega desejo de deixar o clube

Apesar de querer jogar, Rafael Moura prega respeito aos concorrentes e diz que respeita opção do técnico

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Na teoria, Fred e Emerson são os titulares absolutos do ataque do Fluminense. Mas, na prática, os reservas Araújo e Rafael Moura têm sido muito mais efetivos quando estão em campo. Enquanto o capitão tricolor não marca há quase dois meses, He-Man marcou cinco vezes pelo Carioca e duas pela Libertadores em 11 jogos como titular. Com os números a seu favor, o atacante admite que está insatisfeito com a condição de suplente, mas nega que tenha manifestado a pessoas próximas seu desejo de deixar o clube.

“Eu acabei de chegar, tenho um contrato de três anos muito bom e ninguém está autorizado a falar por mim. Não temos só o Fred. O time está bem servido no ataque com Araújo, Emerson e outros. Quando cheguei disse que a disputa seria muito boa porque temos jogadores de alto nível. A minha insatisfação não pode ser tornar um ato de revolta ou de indisciplina. Esse não é meu perfil”, afirmou o atacante.

E pelo visto as palavras do atacante não são da boca para fora. Amigo do concorrente direto Fred, inclusive os dois têm o mesmo assessor de imprensa, Rafael Moura enaltece as qualidades de seus “rivais” e afirma que sempre vai respeitar a decisão do treinador.

“Ninguém gosta de ficar de fora, mas não adianta eu vir aqui me queixar para vocês. Tenho que treinar mais e resolver isso no vestiário com quem tem que resolver. Os quatro são amigos, se respeitam bastante e são jogadores de qualidade. Uma hora ou outra vão jogar três, dois ou um só. O grupo é bom e todos nós nos entendemos. Não e minha conduta ou de qualquer um do grupo ter melindre, de falar ou reclamar na imprensa. Temos que treinar”, afirmou Rafael Moura.

O atacante do Fluminense usou a situação de Araújo como exemplo para mostra que nas Laranjeiras nenhum jogador ganha a vaga no grito.

“O Araújo esperou o momento dele e aproveitou Fiquei feliz por ele. Mas ninguém cobrou posição. Todos se respeitam e esperam sua oportunidade. Todos querem jogar, mas quando isso não acontece torcemos pelo amigo dentro de campo”, explicou.

 

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