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Guarani repreende protesto e diz que salários estão em dia

Presidente do clube não gostou da maneira pela qual os jogadores decidiram não treinar nesta terça-feira

Gazeta |

Reclamando atrasos de salários e solicitando premiação pelo acesso à Série A1 do Campeonato Paulista, os jogadores do Guarani se negaram a treinar nesta terça-feira. A atitude foi criticada pelo presidente do clube, Leonel Martins de Oliveira, que não gostou da maneira como o protesto foi organizado pelo elenco.

"Nós trabalhamos para buscar os recursos necessários e conseguimos deixar os salários em dia. Fui pego de surpresa pelos atletas e fiquei chateado pelo que aconteceu. Os jogadores se reuniram sem conversar com ninguém da diretoria", declarou.

Leonel informou que duas reuniões foram realizadas para tratar o assunto e afirmou que os jogadores sabiam os motivos do atraso. "O Clube dos 13 ficou praticamente paralisado e é de lá que vem a maioria dos recursos do Guarani. Isso foi conversado com os atletas".

O Bugre decide o título da Série A2 no próximo sábado, contra o XV de Piracicaba. Em caso de título, a equipe receberá R$ 250 mil da Federação Paulista de Futebol. Se for vice, ficará com R$ 200 mil. De acordo com o mandatário, o valor recebido será preponderante para que o valor do prêmio pelo acesso seja definido.

Ele ainda prometeu que os mentores do protestos devem sofrer retaliações. "Vamos detectar quem foram os principais mentores e vamos ver quais atituder iremos tomar. Esse tipo de atitude é desagradável para a imagem do clube. Vamos aguardar o término da competição para ver o que vai ser feito", finalizou.

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